Várzea Grande

Prefeitura intensifica mutirão de limpeza e manutenção urbana com VG em Ação

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Com o VG em Ação, a Prefeitura reforça o compromisso com a manutenção contínua dos espaços públicos, levando serviços essenciais diretamente aos bairros e contribuindo para uma cidade mais limpa, organizada e segura

A Prefeitura de Várzea Grande realiza, nesta terça-feira (31), mais uma grande força-tarefa de serviços urbanos por meio do programa VG em Ação. Coordenadas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, as equipes atuam ao longo de todo o dia com serviços de capinação, roçagem, retirada de resíduos e entulhos, poda de árvores e limpeza geral.

Além disso, também estão sendo executadas ações de manutenção da iluminação pública, recuperação da sinalização viária e implantação de redutores de velocidade, reforçando a segurança no trânsito e nas vias urbanas.

A iniciativa faz parte de um cronograma contínuo da gestão municipal, que atende os bairros de forma estratégica, priorizando as demandas mais urgentes e promovendo melhorias diretas no dia a dia da população.

– LOCAIS ATENDIDOS:

• Avenida Prefeito Murilo Domingos

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• Bairro 15 de Maio

• Bairro Nair Sacre

• Bairro Planalto Ipiranga

• Bairro Santa Clara

• Distrito de Capão Grande

• Distrito de Praia Grande

• Distrito de Souza Lima

• Ginásio Fiotão

• Parque Tanque do Fancho

• Praça Jardim Ikaray

• Rotatória da Avenida Dr. Paraná

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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