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Projeto de Wilson Santos é aprovado e impulsiona regularização de assentamentos em Cuiabá

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Na expectativa para a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 2/2026 de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSD), os moradores dos assentamentos Lagoa Azul e Ecovila estiveram presentes na sessão plenária e comemoraram a aprovação unânime, em segunda votação, nesta quarta-feira (25), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Esse é um importante passo para dar início ao processo de regularização fundiária destas duas áreas que conta com cerca de mil pessoas.

“Essa situação que, se arrasta há anos, no Intermat (Instituto de Terras de Mato Grosso), desde 2023. Agora, a Assembleia Legislativa dá um passo importante, no caminho para a regularização e documentação nestas duas comunidades. São ocupações que já possuem toda a infraestrutura, como linha de ônibus, telefonia móvel, internet, energia elétrica, abastecimento de água, igrejas de diferentes matizes, campo de futebol, centro comunitário, unidade de saúde e, praticamente, está consolidado. A legislação nacional permite a Assembleia Legislativa dar um passo para que o Intermat acelere essa documentação. Isso traz tranquilidade e paz para essas famílias”, disse o parlamentar.

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Ele acrescenta que esses assentados, tendo as documentações em mãos, terão uma garantia real para buscar financiamento em bancos públicos e privados e poderão acessar a créditos em programas municipal, estadual e federal. “Eles já são donos de direito e, agora, vão ser donos de fato. Agora terão a documentação. Nestes últimos 60 dias, a Assembleia Legislativa deu o sinal verde para regularizar o Monte Sinai, Lago Azul e Ecovila. Ainda não é o fim, mas essa aprovação foi um dos passos mais importantes”, concluiu.

O presidente da Associação dos Moradores da Lago Azul, Antônio Casarin, falou que essa aprovação dá uma nova perspectiva de vida e uma maior segurança para as famílias. “Agora, vamos avançar para obtermos o título definitivo. Essa conquista vai facilitar o nosso trabalho para fechar a documentação junto ao Intermat e fechar esse ciclo com a regularização. Nós, da Lagoa Azul, somos mais de 22 anos que iniciamos o processo de ocupação. Essa votação foi um alívio”, ressaltou.

Ele se emocionou ao agradecer a luta do deputado Wilson Santos com os moradores do Lagoa Azul e Ecovila. “Só temos que agradecer. Gratidão pela atitude dele, em tomar este posicionamento e nos ajudar. As comunidades são de pessoas que não tem condições financeiras, necessitam do seu espaço para trabalhar e que lutam em prol da família. São pequenas propriedades. O Wilson Santos está dando um passo social que é muito importante para dar dignidade para essas famílias”, posicionou.

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Com a aprovação do PDL, segue para ser promulgada pela presidência da Assembleia Legislativa e, assim, garantir o reconhecimento de utilidade pública e interesse social do processo de regularização fundiária dos assentamentos, localizados em zona rural de Cuiabá.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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