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Colheita de feijão avança em Minas Gerais com apoio do clima, aponta Conab

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Clima favorece avanço da colheita de feijão em Minas Gerais

A colheita de feijão-comum cores avançou de forma significativa em Minas Gerais ao longo do último mês, impulsionada por condições climáticas mais estáveis. As informações constam no 6º Levantamento da Safra 2025/26 de Grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento.

Segundo o relatório, o progresso foi mais intenso nas regiões onde houve maior regularidade do clima, permitindo melhor ritmo nas operações no campo.

Dias secos aceleram trabalhos e colheita supera 90% da área

De acordo com a Conab, a presença de dias ensolarados e com menor volume de chuvas foi determinante para o avanço da colheita.

As operações de sega foram intensificadas nessas condições, levando o estado a atingir, ao final de fevereiro, mais de 90% da área total colhida.

Produtividade média deve crescer, mas potencial foi revisado

Apesar da expectativa de aumento na produtividade média em relação à safra anterior, o potencial produtivo total sofreu revisão para baixo.

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O principal fator foi o desempenho de lavouras mais tardias no noroeste do estado, que enfrentaram problemas com a mosca-branca, além das irregularidades nas chuvas em áreas de sequeiro.

Qualidade dos grãos é satisfatória, mas há perdas pontuais

Em relação à qualidade, a maior parte da produção apresenta padrão considerado adequado. No entanto, o levantamento aponta perdas relevantes causadas por fatores climáticos e fitossanitários.

Entre os principais problemas estão o ataque de pragas e o excesso de umidade durante as fases de maturação e colheita, que afetaram parte das lavouras.

Cenário reforça importância do clima para o desempenho da safra

O avanço da colheita em Minas Gerais evidencia o papel decisivo das condições climáticas no desempenho das lavouras.

Mesmo com resultados positivos no ritmo de colheita e na qualidade geral dos grãos, desafios como pragas e irregularidade das chuvas seguem impactando o potencial produtivo da safra 2025/26.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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