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Capacitação para usuários do sistema de gestão de precatórios SisPreq está com inscrições abertas

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do Programa Justiça 4.0, lançou capacitação sobre ferramenta destinada ao gerenciamento de ordens de pagamento de forma padronizada, desde a expedição até o pagamento. A formação é voltada tanto para o público interno do Poder Judiciário — magistradas, magistrados, servidoras e servidores — quanto para o público externo que utiliza o sistema — advogadas, advogados, credoras e credores.

Estrutura

A capacitação é on-line, autoinstrucional e possui carga horária de três horas. A/o cursista pode organizar as atividades conforme a própria rotina. A formação está dividida em sete módulos progressivos, que abordam perfis de acesso e permissões, navegação inicial, estrutura de menus e visão geral do sistema, entre outros conteúdos. Além das aulas gravadas, a formação oferece manual do usuário e certificação para aqueles/as que preencherem a avaliação ao final do curso.

Acesse a ficha do curso

Em caso de dúvidas sobre a capacitação, entre em contato pelo e-mail [email protected]

Inscrições

Para se inscrever, é preciso acessar a plataforma da Escola Nacional do Judiciário (Enaju) e seguir as etapas abaixo:

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acessar o link https://enaju.cnj.jus.br/ead/;

clicar em “Criar uma conta”;

preencher o cadastro e clicar em “Criar minha conta”;

acessar novamente o link indicado acima com o CPF e a senha cadastrados; e

buscar o curso Sispreq – Capacitação para Utilização e fazer sua matrícula.

Inscreva-se

SisPreq

Lançado em setembro de 2025, o SisPreq busca unificar, padronizar e modernizar a gestão de precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs) pelos tribunais do país. Em 2019, a Resolução n. 303 do CNJ regulamentou a gestão dos precatórios e previu a criação de um sistema nacional. A solução foi desenvolvida pelo CNJ com a colaboração de diversos tribunais, no âmbito da Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br).

Programa Justiça 4.0

Iniciado em 2020, o Programa Justiça 4.0 resulta de um acordo de cooperação firmado entre o CNJ e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), com apoio do Conselho da Justiça Federal (CJF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior do Trabalho (TST), do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Seu objetivo é desenvolver e aprimorar soluções tecnológicas para tornar os serviços oferecidos pela Justiça brasileira mais eficientes, eficazes e acessíveis à população, além de otimizar a gestão processual para magistradas e magistrados, servidoras e servidores, advogadas e advogados e outros atores do sistema de justiça.

Agência CNJ de Notícias

Autor: Assessoria

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

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O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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