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Em Cuiabá, mães são incentivadas a amamentar filhos nas creches e centros educacionais

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A Prefeitura de Cuiabá oferece às mães de bebês matriculados nas creches e CMEIS (Centros Municipais de Educação Infantil) a oportunidade de amamentar seus filhos em espaços adequados e acompanhados de profissionais especializados.

Vale lembrar que o leite materno é o alimento mais rico e completo para bebês, conforme estudos relacionados a nutrição infantil. É recomendado exclusivamente até os 6 meses e de forma complementar até os 2 anos ou mais.

O leite materno também é rico em anticorpos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e fatores de crescimento, adaptando-se às necessidades do bebê e oferecendo proteção imunológica superior.

A Secretaria Municipal de Educação (SME) é responsável pelo gerenciamento de 26 CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil) e 57 creches. Em todos os centros de educação infantil, há espaços reservados para amamentação. Nas unidades onde não houver espaço, cabe a unidade escolar providenciar o devido espaço para amamentação.

Outra opção da mãe é levar o leite congelado em recipientes apropriados como potes de vidro com tampa plástica e saquinhos apropriados. Cabe a mãe entregar esse produto para uma servidora que cuida da cozinha que o produto será armazenado numa geladeira.

No CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Sérgio Luiz Ferreira da Silva – “Serginho”, localizado no bairro Jardim Aroeira, duas mães comparecem diariamente para amamentar seus filhos. Ambas definem o melhor horário para comparecerem, de acordo com suas rotinas de trabalho. A diretora da unidade, Acilene da Silva Ferreira, explica que não há dificuldades para uma mãe amamentar o filho.

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“Até cinco mães comparecem diariamente aqui. No ato da matrícula, já é ofertado a mãe essa possibilidade. Basta comparecer em qualquer unidade de ensino, dialogar com a direção e, no momento da chegada, assinar o caderno de protocolo de controle de entrada e saída”.

Compromisso social

O prefeito Abilio Brunini afirma que o aleitamento materno, em sua gestão, é uma garantia expressa a cada mãe. “Todas as unidades de ensino deverão fornecer o espaço adequado para garantia deste direito às crianças”, afirma.

A primeira-dama, Samantha Iris, ressalta a importância da segurança alimentar às crianças. “Somos uma gestão compromissada em honrar o direito constitucional de boa alimentação nas escolas e centros educacionais.

O secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes, valoriza à política do aleitamento materno. “A rede de ensino em Cuiabá tem profissionais qualificados para orientar as mães neste procedimento e garantir este direito tão sagrado às nossas crianças”, pontua.

Amor aos filhos

A técnica em enfermagem Carolaine dos Santos, moradora do bairro Jardim Umuarama, comparece diariamente no CMEI Serginho, para amamentar a filha Antonela Ferreira Leite, de apenas quatro meses.

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“Compareço às 10h e às 13h. Minha ideia é criar o vínculo afetivo com a minha filha. O centro educacional me apoia, sempre reserva o espaço com muito carinho. Apenas assino a ata para informar o horário de chegada”, revela.

A especialista em vendas, Erica Fernanda Pereira, é mãe do bebê Levi Pereira Czemola, de apenas seis meses. Ela também comparece diariamente ao CMEI Serginho, e, narra a experiência amorosa de amamentar o filho diariamente.

“Sempre compareço às 10h30 porque o meu filho já almoça se alimentando com o próprio leite. Os servidores são muito prestativos e colaboram muito para garantir essa alimentação”, afirma Erica Pereira.

Opções à amamentação

A nutricionista Carolina Moreira, servidora da Coordenadoria de Nutrição Escolar (CNE), explica que as mães também têm a opção de levar o leite congelado em recipientes apropriados como potes de vidro com tampa plástica e saquinhos apropriados. Cabe a mãe entregar esse produto para uma servidora que cuida da cozinha que o produto será armazenado numa geladeira.

“É recomendável que o leite, nesta situação, seja consumido no dia. Do contrário, a nutrição escolar determina o descarte. O leite é um produto muito sensível e precisa de muito cuidado para armazenamento. O controle sanitário é bastante rígido”, detalha.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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