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Prefeitura de Cuiabá reforça importância do calendário vacinal infantil e disponibiliza imunizantes na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça à população a importância de manter o calendário vacinal das crianças atualizado. A imunização é a forma mais segura e eficaz de proteger contra doenças graves, reduzir internações e prevenir óbitos na infância.

Desde o nascimento, a criança recebe o Cartão de Vacinas e inicia o esquema de proteção previsto no Calendário Nacional de Vacinação 2026, recomendado pelo Ministério da Saúde. A rede municipal de saúde oferta gratuitamente todas as vacinas do calendário infantil, em unidades estratégicas distribuídas pela capital.

BCG

A vacina BCG (Bacilo de Calmette-Guérin) protege contra as formas mais graves da tuberculose, como a meningite tuberculosa e a tuberculose miliar. A aplicação deve ocorrer, preferencialmente, ainda na maternidade.

Devem receber a vacina:

Recém-nascidos

Crianças até 4 anos, 11 meses e 29 dias

Crianças expostas ao HIV, sem sinais de imunodepressão

Locais e cronograma em Cuiabá:

Segunda-feira: Clínica da Família CPA I; USF Tijucal; USF Florianópolis/Jardim União; USF Bela Vista/Carumbé.
Terça-feira: USF Nova Esperança; USF Santa Isabel; USF 1º de Março; USF Parque Ohara.
Quarta-feira: USF Grande Terceiro; UBS Cidade Alta/Cidade Verde; UBS Residencial Coxipó III; USF CPA III.
Quinta-feira: UBS Quilombo; UBS Santa Terezinha; UBS Campo Velho; UBS Jardim Leblon; UBS Pedra 90 I e II; UBS Ilza Terezinha Picolli.
Sexta-feira: UBS Pico do Amor; UBS Paiaguás; UBS Novo Colorado II.

Vacina contra a Covid-19 (público infantil)

A vacinação contra a Covid-19 é fundamental para reduzir casos graves, internações e complicações da doença, inclusive entre crianças.
A imunização está disponível para:

6 meses a 4 anos, Pfizer Baby

5 a 11 anos, Pfizer Pediátrica

Pfizer Baby (6 meses a 4 anos)

Disponível nas unidades: Nossa Senhora da Guia; Aguaçu; Rio dos Peixes; Coxipó do Ouro; Clínica da Família; Novo Paraíso II; Paiaguás; Cidade Verde; Despraiado; Santa Amália; Ilza Terezinha Picolli; Jardim Florianópolis/União; Pico do Amor; Altos da Serra; Dr. Fábio I e II; Jardim Imperial; Pedra 90 I e II; Parque Cuiabá; Osmar Cabral; Parque Ohara; Nico Baracat; São Gonçalo; Residencial Coxipó I e II; Quilombo.

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Pfizer Pediátrica (5 a 11 anos)

Segunda-feira: USF Jardim Imperial
Terça-feira: USF Despraiado
Quarta-feira: USF Parque Ohara
Sexta-feira: Clínica da Família

Vacina contra a febre amarela

A vacina contra a febre amarela previne uma doença viral grave transmitida por mosquitos, que pode causar complicações severas e até levar à morte.

É indicada para pessoas de 9 meses a 59 anos. O esquema prevê dose aos 9 meses e reforço aos 4 anos. Em situações de alto risco, pode ser recomendada entre 6 e 8 meses, após avaliação da equipe de saúde.

A vacinação ocorre às terças e quintas-feiras em 23 unidades estratégicas da capital, entre elas: USF Bela Vista/Carumbé; USF Jardim Imperial; USF Residencial Coxipó I e II; USF Cidade Verde; USF Jardim Independência; USF Quilombo; USF Despraiado; USF Alvorada; USF Aguaçu; USF Pico do Amor; USF Campo Velho; USF Nossa Senhora da Guia; USF Rio dos Peixes; Clínica da Família CPA I; USF Ilza Terezinha Picolli; USF CPA IV; USF Paiaguás; USF Pedra 90 I e II; USF Nico Baracat; USF São Gonçalo; USF Tijucal; USF São João Del Rey; USF Parque Cuiabá.

Embora faça parte do calendário infantil, a vacina contra a febre amarela não é exclusiva das crianças, sendo destinada também a adolescentes e adultos dentro da faixa etária indicada.

Vacina antirrábica humana

A vacina antirrábica humana é indicada após mordidas, arranhões, lambeduras ou contato com saliva de animais suspeitos ou infectados, prevenindo a raiva, doença quase sempre fatal quando não tratada.

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O atendimento deve ser imediato para avaliação e definição do protocolo adequado.

Está disponível nas seguintes unidades: UBS Bela Vista/Carumbé; Dom Aquino; Baú/Lixeira; Cidade Verde; Santa Isabel I, II e III; Quilombo; Ribeirão do Lipa; Despraiado; Alvorada; Clínica da Família CPA I; Ilza Terezinha Picolli; UBS Jardim Florianópolis; Jardim Umuarama; Paiaguás; Serra Dourada/Ouro Fino; Pedra 90 IV e V; Tijucal; Parque Atalaia; Osmar Cabral/Liberdade; Jardim Industriário; São João Del Rey; Nico Baracat; Nossa Senhora da Guia; Rio dos Peixes; Aguaçu; Campo Velho; Dr. Fábio; Jardim Leblon.

Assim como a febre amarela, a vacina antirrábica não é exclusiva do público infantil, mas pode ser administrada em crianças sempre que houver indicação após exposição ao risco.

Calendário Nacional de Vacinação 2026

Conforme orientação do Ministério da Saúde, o calendário da criança (0 a 9 anos, 11 meses e 29 dias) contempla, entre outras, as seguintes vacinas:

Ao nascer: Hepatite B e BCG
2, 4 e 6 meses: Penta (DTP + Hib + Hepatite B), Poliomielite (VIP), Pneumocócica 10-valente, Rotavírus
3 e 5 meses: Meningocócica C
6 meses: Influenza e Covid-19
9 meses: Febre Amarela
12 meses: Pneumocócica (reforço), Meningocócica ACWY, Tríplice Viral
15 meses: DTP (reforço), VIP (reforço), Tríplice Viral (2ª dose), Varicela, Hepatite A
4 anos: DTP (reforço), Febre Amarela (reforço), Varicela (2ª dose)
9 a 14 anos: HPV

A Secretaria Municipal de Saúde orienta que pais e responsáveis procurem a unidade de saúde mais próxima com o Cartão de Vacinação da criança para conferência do esquema vacinal. Manter as vacinas em dia é um ato de cuidado, responsabilidade e compromisso com a saúde coletiva.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Mato Grosso deve ampliar produção de etanol em 16% na safra 2026/27 e reforça liderança nacional em biocombustíveis

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Mato Grosso deve consolidar ainda mais sua posição estratégica no setor brasileiro de biocombustíveis na safra 2026/27. Projeção divulgada pelo Bioind-MT, com elaboração do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), aponta crescimento de 16,08% na produção estadual de etanol, que poderá atingir 8,44 milhões de metros cúbicos no próximo ciclo.

O avanço será liderado principalmente pelo etanol de milho, segmento em que Mato Grosso já responde por 62% da produção nacional de etanol de cereais. O crescimento também será sustentado pela entrada de novas plantas industriais e pela ampliação da moagem de milho destinada à produção de biocombustíveis.

Segundo o presidente do Bioind-MT e da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel, o setor ganha importância crescente na matriz energética brasileira e no processo de descarbonização dos transportes.

“O avanço do etanol de milho fortalece a segurança energética e amplia o papel estratégico do Brasil na oferta de combustíveis renováveis, inclusive para setores como aviação e navegação marítima”, afirma.

Produção de etanol de milho deve crescer quase 19%

Antes mesmo da safra 2026/27, Mato Grosso já deve encerrar o ciclo 2025/26 com forte expansão na produção de etanol. A estimativa aponta crescimento de 8,52%, alcançando 7,27 milhões de metros cúbicos, enquanto a produção nacional deverá ficar praticamente estável, com leve alta de 0,22%.

Com esse desempenho, o estado mantém a segunda posição no ranking brasileiro de produção de etanol, atrás apenas de São Paulo.

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Na safra atual, a produção de etanol de milho deverá atingir 6,18 milhões de metros cúbicos, avanço de 9,89% em relação ao ciclo anterior. Já o etanol de cana-de-açúcar deve alcançar 1,09 milhão de metros cúbicos, com crescimento mais moderado de 1,37%.

Para 2026/27, a expectativa é de aceleração ainda maior no segmento de milho. A produção deverá subir 18,67%, alcançando 7,33 milhões de metros cúbicos. O etanol de cana, por sua vez, deve crescer 1,42%, chegando a 1,11 milhão de metros cúbicos.

O levantamento também mostra expansão significativa da moagem de milho para etanol. O volume processado deve atingir 13,81 milhões de toneladas em 2025/26, alta de 10,45%. Já para 2026/27, a projeção é de crescimento de 18,52%, totalizando 16,36 milhões de toneladas.

A entrada de duas novas plantas industriais no estado aparece como um dos principais fatores de impulso para o setor.

Cadeia de coprodutos amplia relevância econômica

Além do combustível, a indústria de etanol de milho segue fortalecendo a produção de coprodutos utilizados principalmente na nutrição animal e na indústria de alimentos.

A produção de DDG e DDGS — coprodutos proteicos derivados do processamento do milho — deverá crescer 16,14% na safra 2026/27, chegando a 3,41 milhões de toneladas.

Já a produção de óleo de milho deve avançar 12,9%, alcançando 338,9 mil toneladas.

No segmento sucroenergético, a moagem de cana-de-açúcar deverá permanecer praticamente estável no próximo ciclo, com previsão de 18,61 milhões de toneladas, alta de 0,39%.

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A produção de açúcar, por outro lado, poderá registrar leve retração de 1,42%, ficando em 579,7 mil toneladas.

Segundo o superintendente do Imea, Cleiton Gauer, o setor vem ampliando sua participação em diferentes segmentos da economia.

“A cadeia de bioenergia em Mato Grosso amplia sua relevância na produção de combustíveis renováveis, coprodutos para nutrição animal, óleo vegetal, bioenergia e créditos de descarbonização”, destaca.

Mato Grosso pode dobrar produção até 2033

As projeções de longo prazo indicam continuidade do forte crescimento da indústria de biocombustíveis no estado.

Segundo o levantamento, Mato Grosso poderá alcançar produção de 15,02 milhões de metros cúbicos de etanol até a safra 2033/34 — mais que o dobro do volume estimado para o ciclo atual.

O estudo também destaca os impactos ambientais positivos da cadeia de bioenergia. Desde o início do programa de Créditos de Descarbonização (CBIOs), o setor já contribuiu para mitigação equivalente a 189,64 milhões de toneladas de CO₂, sendo 40,06 milhões de toneladas apenas em 2025.

Além da relevância energética e ambiental, a cadeia produtiva do etanol em Mato Grosso também amplia sua importância econômica e social. Atualmente, o setor gera mais de 12 mil empregos diretos e movimenta arrecadação superior a R$ 2,5 bilhões em ICMS no estado.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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