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Juca do Guaraná anuncia destinação de R$ 100 mil à Casa das Pretas e promete ampliar apoio

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O deputado estadual Juca do Guaraná (MDB) esteve nesta terça-feira (3) no Centro Cultural Casa das Pretas, em Cuiabá, onde anunciou a destinação de emenda impositiva no valor de R$ 100 mil para contribuir com as atividades desenvolvidas pelo espaço. A iniciativa é voltada ao fortalecimento de ações em defesa das mulheres, especialmente mulheres negras e em situação de vulnerabilidade.

O local é coordenado por Antonieta Costa, fundadora e presidente do Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (Imune-MT), que ressaltou a importância do apoio institucional.

“Que bom que ele tem esse compromisso, essa luta e entende a importância do Centro Cultural, do Instituto de Mulheres Negras para a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária e livre de qualquer forma de discriminação”, afirmou.

Durante a visita, o parlamentar destacou o trabalho desenvolvido pela entidade, que promove cursos, ateliês, feiras e acolhimento a mulheres em situação de violência.

“Quero parabenizar a Antonieta e todas as mulheres aqui pela luta e resistência em defesa do povo negro, das mulheres, fazendo cursos, ateliês e feiras de suma importância. Eu quero contribuir de forma pequena, perto do que o estado pode oferecer, mas é apenas o início do compromisso que vamos ter daqui para a frente”, declarou.

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Juca também afirmou que buscará ampliar o recurso destinado.

“Irei convocar o secretário da Casa Civil, Fabio Garcia, para que ele possa estar dobrando esse valor. São inúmeras necessidades. São mulheres que estão fugindo da violência, casa de acolhimento. Não é nada mais que a nossa obrigação”, disse.

Para Antonieta, o fortalecimento de políticas públicas permanentes é fundamental para transformar realidades.

“Quando a gente compreende que políticas de estado são políticas que transformam a sociedade, a gente muda. Isso vai mudar a realidade de muitas mulheres”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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ALMT firma parceria técnica para implantação do projeto “Ouro Sem Mercúrio” na Baixada Cuiabana

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A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), por meio do Grupo de Trabalho (GT) da Mineração, firmou nesta quinta-feira (21), na sala da Presidência da Casa, parceria com o Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos (IBGM) para implantação do projeto “Ouro Sem Mercúrio”, na região da Baixada Cuiabana. A iniciativa faz parte das ações do GT idealizado pelo presidente da ALMT, deputado estadual Max Russi (Pode), voltadas ao fortalecimento, à regularização e à modernização sustentável do setor mineral em Mato Grosso. O grupo é coordenado pela vice-presidente Taís Costa.

O projeto “Ouro Sem Mercúrio” ganhou destaque nacional por propor alternativas sustentáveis para a atividade garimpeira, eliminando o uso do mercúrio no processo de extração mineral. A iniciativa é considerada pioneira no Brasil e no mundo e busca aliar desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e rastreabilidade na cadeia produtiva do ouro.

Durante a assinatura do memorando, o presidente Max, afirmou que a parceria representa um avanço importante para o estado e fortalece o compromisso com uma mineração sustentável.

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“A assinatura deste memorando é mais um passo concreto que consolida Mato Grosso na vanguarda da mineração sustentável no Brasil. O projeto ‘Ouro Sem Mercúrio’ nasce da nossa convicção de que é possível conciliar o desenvolvimento econômico da Baixada Cuiabana com o respeito ao meio ambiente e à saúde das pessoas”, destacou.

A vice-presidente do GT da Mineração, Taís Costa, ressaltou o caráter inédito da iniciativa e a importância da participação do Parlamento estadual na construção de políticas voltadas ao setor mineral.

“Estamos falando de um projeto que une sustentabilidade, desenvolvimento econômico e segurança. Mato Grosso ganha ao fortalecer uma mineração responsável e alinhada às novas exigências ambientais e de mercado”, afirmou.

O diretor-executivo do IBGM, Ecio Barbosa de Moraes, explicou que o projeto prevê ações de rastreabilidade do ouro produzido em Mato Grosso, além da agregação de valor ao minério por meio da cadeia joalheira.

“O Brasil produz cerca de 100 toneladas de ouro por ano e grande parte é exportada em estado bruto. O projeto busca fortalecer uma cadeia mais profissional, sustentável e com maior valor agregado para o ouro produzido no estado”, disse.

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Segundo ele, a parceria também prevê a implantação de um polo joalheiro na região e a utilização de tecnologias inovadoras, como inteligência artificial aplicada à mineração de pequena e média escala.

Para o diretor regional do IBGM em Mato Grosso, Roberto Cavalcanti, a iniciativa fortalece a formalização do mercado do ouro e amplia a segurança no setor mineral.

“Essa parceria representa um divisor de águas para Mato Grosso. O projeto trabalha sustentabilidade, governança e certificação do ouro produzido no estado, fortalecendo o mercado formal e agregando valor ao minério mato-grossense”, concluiu.

Com o acordo, Mato Grosso passa a integrar um dos projetos mais inovadores do país voltados à mineração sustentável, reforçando o protagonismo do estado em iniciativas que unem desenvolvimento econômico, tecnologia e preservação ambiental.

Fonte: ALMT – MT

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