Mato Grosso

Seduc intensifica programa para recuperar aprendizagem no Ensino Médio com mobilização de famílias

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Em 2026, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc) intensifica as ações do Programa de Recomposição da Aprendizagem (PRA), iniciativa voltada à recuperação do percurso escolar de estudantes do Ensino Médio que enfrentam defasagem idade-série e dificuldades de aprendizagem.

O foco prioritário do PRA neste ano é a mobilização das famílias e dos estudantes para fortalecer o sentimento de pertencimento escolar e evidenciar que o programa é uma oportunidade de retomada, avanço e valorização das trajetórias escolares no Ensino Médio.

O programa é voltado a estudantes das 1ª e 2ª séries do Ensino Médio com dois ou mais anos de defasagem idade-série. Além disso, ele também é destinado aos jovens da 3ª série que enfrentam dificuldades para acompanhar os conteúdos essenciais.

O principal objetivo do PRA é garantir que o estudante conclua o Ensino Médio bem preparado para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para a continuidade dos estudos (seja na faculdade ou em cursos técnicos) e para os desafios do mundo do trabalho.

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De acordo com o secretário de Educação, Alan Porto, o PRA é uma oportunidade para que estudantes e familiares resgatem a confiança no percurso escolar.

“Ao fortalecer a permanência e garantir a conclusão qualificada, reafirmamos que nenhum estudante deve ser deixado para trás, transformando desafios passados em conquistas futuras”, destacou.

O eixo central do programa é a humanização do percurso escolar, transformando o que antes era visto como “atraso” em uma jornada de aceleração com qualidade, respeito e dignidade.

O PRA adota uma abordagem flexível e integrada, com material estruturante organizado nas áreas do conhecimento: Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. As aulas priorizam a resolução de problemas, o protagonismo juvenil e práticas pedagógicas que dialogam com a realidade dos estudantes.

Nas turmas do período noturno, as aulas mediadas por tecnologia ganham força com o uso de Chromebooks e Smart TVs, que permitem personalizar o aprendizado e tornar a escola um espaço mais dinâmico, interativo e conectado ao cotidiano do jovem contemporâneo.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.

Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.

As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.

Focos de calor

Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.

Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.

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É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.

Fiscalização – Operação Infravermelho

O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.

Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.

Incêndios extintos

Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.

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Proibição do uso do fogo

O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.

O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).

Fonte: Governo MT – MT

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