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Balanço de 2025 destaca avanços tecnológicos e sociais do MPMT

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) apresentou, nesta quinta‑feira (05), durante a reunião ordinária do Colégio de Procuradores de Justiça, o balanço das principais ações realizadas pela instituição ao longo de 2025. A exposição foi conduzida pelo procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, que destacou avanços estruturais, tecnológicos, administrativos e sociais alcançados no período.Ao abrir a apresentação, o procurador-geral ressaltou que os resultados são fruto de um trabalho coletivo e alinhado entre equipes técnicas, membros e órgãos internos. “São muitos desafios. Agradeço toda a minha equipe e ao Colégio de Procuradores. Não tem nada que se consiga fazer na vida sozinho. Qualquer gestão é uma escada, se cada um subir um ou dois degraus, no final de uma jornada longa a gente consegue chegar mais longe. Estamos tentando fortalecer a modernização, aprimorar fluxos de trabalho mais eficientes e cada vez tentando aproximar o Ministério Público ainda mais da sociedade”, afirmou.A gestão apresentou investimentos expressivos em tecnologia e inovação, com a modernização de sistemas internos e a implantação de ferramentas que ampliaram a agilidade e a eficiência institucional. Entre os destaques está a evolução do SIMP 4.0, que incorporou recursos de inteligência artificial. Para atendimento ao cidadão, o MPMT lançou ainda o aplicativo Promotoria Virtual e aperfeiçoou os sistemas de agendamento digital, iniciativas desenvolvidas em sinergia com o ambiente de criatividade e experimentação do Inova e lab MPMT.Na área finalística, o Ministério Público intensificou ações de incentivo às doações aos Fundos da Pessoa Idosa e da Criança e do Adolescente, avançou no Projeto APAC – Cuiabá voltado à execução penal e concluiu o SCINAL, sistema para comunicação de internações psiquiátricas involuntárias e altas.
O fortalecimento do acolhimento familiar também foi prioridade durante o ano, garantindo proteção e afeto a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.A Ouvidoria‑Geral promoveu a primeira edição Xavante da Ouvidoria Itinerante, alcançando três aldeias e mais de 1,4 mil atendimentos, aproximando ainda mais o Ministério Público de comunidades indígenas. Na mesma linha de modernização, a Corregedoria‑Geral apresentou a Corregedoria Digital, reconhecida como um marco na gestão da fiscalização por permitir acompanhamento quase diário da produtividade institucional.O balanço também mostrou avanços estruturais em áreas estratégicas. Foram criados novos núcleos, como o Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri), reforçadas equipes do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e ampliado o Núcleo 4.0 dos Juizados Especiais. O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional MPMT ampliou ações de qualificação permanente, firmou novas parcerias institucionais e incentivou a formação de membros e servidores em cursos de mestrado e doutorado.Entre as ações estruturantes, o MPMT instituiu uma nova Procuradoria de Justiça e autorizou a realização de concurso público, com o objetivo de fortalecer o quadro funcional e ampliar a presença institucional no estado.Ao encerrar o balanço, a administração destacou que os resultados de 2025 já são mensuráveis. O MPMT registrou crescimento de 14,46% na produtividade em relação ao ano anterior, reflexo direto das melhorias implementadas e do empenho das equipes.

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Assista ao vídeo institucional aqui.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri de filho de ex-deputado é redesignado para o dia 21 de julho

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A 1ª Vara Criminal de Cuiabá acolheu pedido da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital e determinou, nesta segunda-feira (6), o levantamento integral do sigilo processual da ação penal que apura as mortes de Thays Machado e Willian Cesar Moreno. O requerimento foi protocolado em 2 de julho pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos. Na decisão, a magistrada reconheceu a regra geral de publicidade da sessão plenária, autorizando a presença do público no julgamento. Inicialmente marcado para esta terça-feira (7), o julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra foi redesignado pela Justiça para o dia 21 de julho de 2026, às 9h, após pedido da defesa relacionado ao acesso a materiais produzidos durante a investigação. Filho do ex-deputado federal Carlos Bezerra, Carlos Alberto Gomes Bezerra é réu confesso e está preso. Conforme denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi praticado por motivo torpe, relacionado à inconformidade com o fim do relacionamento amoroso, mediante extrema violência e em circunstâncias que impossibilitaram qualquer reação da vítima.Para o MPMT, a conduta demonstrou elevado grau de crueldade, uma vez que os disparos foram efetuados em plena luz do dia, em área urbana com intensa circulação de pessoas, utilizando uma pistola semiautomática.O MPMT sustenta ainda que o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero. Segundo a denúncia, o acusado se valeu da condição de ex-companheiro da vítima e de sua superioridade física para exercer controle e violência contra Thays Machado, evidenciando menosprezo à condição feminina da vítima e enquadrando o caso nas hipóteses legais de feminicídio.Em relação à morte de Willian Cesar Moreno, o Ministério Público denunciou o acusado por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Conforme a acusação, a ação foi premeditada e executada de forma a surpreender o casal, impedindo qualquer possibilidade efetiva de reação ou fuga diante dos disparos efetuados pelo acusado.Ao analisar o pedido, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira entendeu que não há, neste momento, risco concreto à intimidade das vítimas ou de terceiros que justifique a manutenção do segredo de Justiça. A magistrada destacou ainda que a publicidade dos atos processuais constitui regra constitucional e que o próprio Ministério Público, após diálogo com os familiares das vítimas, manifestou-se favoravelmente à abertura da sessão. Apesar do levantamento do sigilo, a decisão estabelece restrições para a cobertura do julgamento. A cobertura televisiva da sessão ficará limitada à assessoria de imprensa oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, sendo vedado o acesso ao plenário de equipes de emissoras e demais veículos de comunicação. Também permanece proibida a captação e divulgação de imagens que permitam a identificação do réu e dos jurados. O acesso do público em geral, contudo, está autorizado.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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