A Polícia Civil, com apoio do Grupo de Resgate e Salvamento com Cães do Corpo de Bombeiros Militar, localizou, nessa terça-feira (27.01), o corpo do jovem Atilan Silva Oliveira, 19 anos, que estava desaparecido desde o dia 10 de janeiro deste ano.
O corpo do jovem foi localizado durante a tarde, em uma área de mata no perímetro urbano de Primavera do Leste.
Desaparecimento
De acordo com o registro inicial do desaparecimento, o jovem havia saído do trabalho por volta de 19h30 e não retornou para casa, o que não era habitual. A família tentou contato telefônico, mas as ligações caíam diretamente na caixa postal.
Pouco depois, a mãe informou à polícia ter encontrado a motocicleta do filho abandonada em local ermo, próxima à residência da família, sem chave e sem sinais aparentes de queda ou avaria, o que elevou a suspeita de ocorrência criminosa desde os primeiros momentos.
Investigação e linhas apuradas
Com base no boletim de desaparecimento e em informações colhidas nas primeiras buscas, foi iniciada a investigação, em que já considerava, desde o início, a possibilidade de homicídio seguido de ocultação de cadáver.
Durante as apurações, a equipe da Delegacia de Primavera do Leste recebeu uma denúncia anônima apontando um possível envolvimento de integrantes de uma organização criminosa no desaparecimento da vítima, que poderia ter como motivação conflito entre facções.
Corpo localizado e perícia
A Polícia Civil seguiu em buscas pela vítima desaparecida e o Corpo de Bombeiros foi acionado para somar às ações, encaminhando uma equipe do Grupo de Resgate e Salvamento com Cães. Nessa terça-feira (27.01), um corpo foi encontrado enterrado em uma área de mata no perímetro urbano de Primavera.
As vestes e tatuagens no corpo indicaram que se tratava de Atilan Silva Oliveira. A Perícia Oficinal e Identificação Técnica (Politec) foi acionada e realizou a perícia no local.
O corpo foi encaminhado para o IML, para passar pelos procedimentos periciais, nele havia sinais de violência física e meio cortante ou perfurante, mas somente o laudo pericial poderá apontar a causa e a dinâmica oficial da morte.
Barreiras/BA. A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (14/9), a Operação Salvaguarda, e cumpriu mandado de busca e apreensão, expedido pela Justiça Federal da Subseção Judiciária de Barreiras/BA, no município de Luís Eduardo Magalhães/BA. A investigação apura os crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente relativos à aquisição, à posse, ao armazenamento e ao compartilhamento de material contendo violência sexual contra crianças e adolescentes.
Durante a diligência, que contou com o apoio do 27º Batalhão de Polícia Militar da Bahia, foram apreendidos um aparelho celular e um computador portátil. Em triagem preliminar autorizada judicialmente, os policiais encontraram no celular centenas de arquivos de imagem e vídeo contendo cenas de violência sexual contra crianças, parte deles incorporados ao aparelho nos dias imediatamente anteriores à operação. Diante da constatação, o investigado foi preso em flagrante pelo crime de armazenamento de material de violência sexual contra criança ou adolescente.
A apuração teve origem em relatórios encaminhados pelo National Center for Missing & Exploited Children (NCMEC), organização norte-americana que recebe, por força de lei, comunicações de provedores de internet sobre material de abuso sexual infantil detectado em seus serviços. Os relatórios apontaram o envio e o armazenamento, entre 2019 e 2025, de 851 arquivos contendo imagens e vídeos de abuso sexual infantojuvenil em serviço de armazenamento em nuvem vinculado a um usuário residente na região oeste da Bahia.
Com base nos relatórios, a Polícia Federal identificou o investigado e localizou o endereço de onde partiam as conexões.
O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Federal em Barreiras/BA, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante, e encaminhado ao sistema prisional e está à disposição da Justiça Federal. Os equipamentos apreendidos serão submetidos a extração e análise técnica para quantificar o material, identificar sua origem e verificar eventual compartilhamento, comercialização ou participação em grupos dedicados a esse tipo de conteúdo, com possibilidade de identificação de outros envolvidos e de vítimas.
A Polícia Federal reforça seu compromisso com o enfrentamento dos crimes contra crianças e adolescentes, sobretudo os praticados por meios digitais. Denúncias podem ser registradas pelo Disque 100.
Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia [email protected] (71) 3319-6002
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