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PRF apreende grande quantidade de drogas em caminhão na BR-070, em Várzea Grande (MT)

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma grande quantidade de entorpecentes na tarde desta quinta-feira (18), durante fiscalização realizada na BR-070, em Várzea Grande (MT). A ocorrência foi registrada no km 540, após a abordagem a uma combinação veicular composta por caminhão trator Volkswagen 19.320 e semirreboque Noma.

Durante a verificação, foram localizados diversos tipos de drogas ocultos no veículo. Em razão da complexidade da ocorrência, a combinação veicular foi conduzida até um ponto seguro para a realização dos procedimentos, na BR-364, km 434, região conhecida como Trevo do Lagarto.

Drogas apreendidas

Após a contagem e pesagem preliminar, foram apreendidos:

  • Pasta base de cocaína: aproximadamente 303,40 kg (367 tabletes);

  • Cloridrato de cocaína: aproximadamente 4,32 kg (4 tabletes);

  • Skunk: aproximadamente 50,45 kg (62 tabletes);

  • Haxixe: aproximadamente 5,05 kg (5 tabletes).

O material ilícito foi apreendido e encaminhado à Polícia Judiciária Civil, que dará continuidade aos procedimentos legais cabíveis. O veículo permaneceu à disposição da autoridade competente.

A apreensão reforça a atuação da Polícia Rodoviária Federal no combate ao tráfico de drogas, com foco na proteção da sociedade e no enfrentamento às organizações criminosas que utilizam as rodovias federais para o transporte de entorpecentes.

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Fonte: PRF – MT

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Polícia Civil desarticula esquema de tráfico de drogas ligado a facção criminosa em Confresa

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16.7), a Operação Laços de Família, para desarticular uma célula de facção criminosa responsável pelo comércio de entorpecentes na região de Confresa.

Foram cumpridos 8 mandados de prisão preventiva, cinco em Confresa e três em Penitenciárias (um em Vila Rica, um em Cuiabá e um em Nova Xavantina) e 8 mandados de busca e apreensão em Confresa e Vila Rica, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias.

Também foram decretadas a quebra telemática de 13 contas Google, 13 números no WhatsApp, 13 dados telefônicos junto às operadoras e a extração forense integral dos aparelhos apreendidos.

As ordens judiciais resultaram na apreensão de porções de pasta base de cocaína, crack e maconha, além de sementes de cannabis. Também foram apreendidas balanças de precisão e farto material utilizado para o fracionamento e embalagem das substâncias para comercialização

No total, foram apreendidos 10 aparelhos celulares, 5 dispositivos de memória (pen drives) e uma motocicleta utilizada para o suporte das atividades ilícitas. Além disso, três pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas.

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A ação, realizada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, contou com o apoio das Delegacias Municipais de Confresa, de Vila Rica e de Porto Alegre do Norte no cumprimento dos mandados.

O nome da operação faz referência à forma de organização do grupo investigado. Conforme a investigação, pessoas com vínculos familiares e conjugais integravam a estrutura, com funções distribuídas entre os envolvidos.

Operação Laços de Família

A investigação teve início a partir de uma prisão em flagrante realizada pela Derf em dezembro de 2025, em Confresa, quando duas pessoas foram detidas com porções de crack e cocaína e vários aparelhos celulares.

A análise do material, autorizada judicialmente, revelou que aquela venda de varejo era apenas a ponta de um grupo criminoso.

Conforme apurado pela investigação, o grupo era dividido por funções. A estrutura incluía uma liderança, pessoas responsáveis pelo controle financeiro e pela distribuição de drogas, além de integrantes encarregados da comercialização dos entorpecentes.

A droga era entregue aos revendedores em regime de consignação, com prestação de contas obrigatória, e os pagamentos eram feitos por transferências eletrônicas. A movimentação diária do grupo ultrapassava R$ 4,5 mil.

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Os integrantes também adotavam cuidados para dificultar a ação policial, com uso de linguagem cifrada para se referir aos entorpecentes e apagamento constante das conversas.

As investigações também apontam que o grupo utilizava um imóvel como base para reuniões e para a realização dos chamados “tribunais do crime”, julgamentos informais em que eram definidas punições a integrantes que, segundo a apuração, descumpriam regras impostas pela própria organização.

Crimes violentos registrados na região, possivelmente ligados a essas decisões, são objeto de investigação em procedimento próprio conduzido pela Delegacia Municipal de Confresa, com compartilhamento de provas autorizado pela Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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