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Prefeito de Cuiabá acompanha entrega do Hospital Central ao lado do Governo do Estado

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, acompanhado da secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, participou na tarde desta sexta-feira (19) da inauguração do Hospital Central de Mato Grosso, no Centro Político Administrativo. A visita institucional ocorreu um dia após a inauguração do Centro Médico Infantil (CMI) de Cuiabá, reforçando a agenda integrada de fortalecimento da rede pública de saúde na capital.

Durante o evento, o prefeito destacou a relevância histórica da entrega do hospital, que permaneceu com as obras paralisadas por mais de três décadas, e elogiou a qualidade da estrutura colocada à disposição da população. “O Hospital Central estava há cerca de 30 anos parado. O Governo do Estado, com excelência, conseguiu concluir esse hospital e entregar um dos melhores equipamentos de saúde de Mato Grosso. Arrisco dizer que é o melhor, inclusive superior a muitos da iniciativa privada. Isso vai somar muito com a rede municipal de saúde de Cuiabá”, afirmou Abilio.

Segundo o prefeito, a nova unidade terá papel estratégico no apoio às demandas de média e alta complexidade, contribuindo diretamente para reduzir filas e acelerar atendimentos. “Esse hospital vai ajudar muito a prefeitura, especialmente nas cirurgias eletivas. Amplia vagas de UTI, amplia a capacidade cirúrgica e beneficia não só Cuiabá, mas toda a população de Mato Grosso”, completou.

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O governador Mauro Mendes classificou o Hospital Central como “o melhor hospital público do Brasil”, destacando tanto a estrutura física quanto o modelo de gestão. “Estamos entregando um hospital que, seguramente, é um dos melhores do Brasil. Pela estrutura, tem todos os predicados para receber esse título”, declarou. Ele ressaltou ainda que a administração ficará a cargo do Hospital Albert Einstein, referência nacional e internacional em saúde. “Tenho absoluta convicção de que o Albert Einstein tem todas as condições de trazer essa cultura e esse know-how acumulados ao longo de décadas”, acrescentou.

Com 32 mil metros quadrados de área construída, o Hospital Central contará com 287 leitos, sendo 60 de UTI, 36 de cuidados intermediários e 191 de enfermaria. A unidade foi projetada para realizar cerca de 32 mil consultas, 80 mil exames e 6.500 cirurgias por ano, além de oferecer diversas especialidades, incluindo procedimentos oncológicos e cirurgia robótica. A previsão é de que o hospital entre em operação plena em janeiro de 2026, consolidando-se como um novo pilar da saúde pública em Mato Grosso.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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