Cuiabá

Maysa Leão alerta que PLOA 2026 não prioriza mulheres, crianças e infraestrutura

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Ana Cláudia Fortes – Assessoria vereadora Maysa Leão

A vereadora Maysa Leão (Republicanos) alertou durante a sessão dessa terça-feira (16), na Câmara Municipal de Cuiabá, que o projeto de lei orçamentário anual (LOA) apresentado pelo Executivo municipal, não priorizou áreas essenciais como políticas para mulheres, crianças e infraestrutura urbana.
A parlamentar repercutiu a baixa execução dos recursos destinados à Secretaria Municipal da Mulher, o que, segundo ela, compromete diretamente o atendimento às vítimas de violência. “É triste constatar que recursos não foram executados. Isso explica por que Cuiabá não consegue atender adequadamente meninas e crianças vítimas de abuso sexual e por que ainda dependemos de iniciativas filantrópicas e voluntárias”, afirmou.
Maysa destacou que a ausência de investimentos impede a implementação de políticas públicas fundamentais, como atendimento psicológico especializado e ações de prevenção previstas em lei. “Vivemos em uma cidade onde abusos acontecem todos os dias. Ainda assim, não temos ambulatório de referência para menores de 18 anos, nem estrutura suficiente para garantir acolhimento às vítimas”, ressaltou.
A vereadora também chamou atenção para a situação da Secretaria de Obras, diante da precariedade da infraestrutura da capital. “A cidade está literalmente no buraco, com córregos e nascentes abandonados. Não há verba suficiente hoje, e com menos recursos no próximo ano, não há como esperar soluções”, avaliou.
Para Maysa Leão, a proposta orçamentária apresentada não dialoga com as reais necessidades da população. “Essa é uma LOA completamente equivocada, revelando a falta de prioridade do Executivo com temas que estão no cerne dos problemas enfrentados por Cuiabá”, concluiu.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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