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Promotora representa alunos em homenagem pelos 55 anos da UFMT

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A promotora de Justiça Lindinalva Correia Rodrigues, integrante do Ministério Público de Mato Grosso e aluna do curso de Filosofia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), foi escolhida para representar os estudantes em solenidade de homenagem pelos 55 anos da instituição. O evento será realizado no dia 9 de dezembro (terça-feira), às 14h, no Teatro da UFMT.Lindinalva Rodrigues concluiu recentemente a graduação em Filosofia e irá colar grau no dia 17 de dezembro. Além disso, é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO), em que desenvolve pesquisa sobre as mazelas do feminicídio na contemporaneidade. A defesa da tese está prevista para março de 2026. A promotora de Justiça também possui mestrado em Direito pela UFMT, do qual resultou o livro “Direitos Humanos das Mulheres na História: Expulsas do Paraíso”, publicado pela Juruá Editora e lançado no Brasil, Portugal e Espanha.Na solenidade comemorativa, além da representante dos discentes, serão homenageados Maria Cristina Theobaldo (docente), Geisa Luiza de Arruda (técnica) e Domingos Sávio de Melo (egresso).A UFMT comemora oficialmente seu aniversário em 10 de dezembro, com programação cultural e acadêmica que se estende até o dia 15, envolvendo todos os câmpus. A agenda inclui mostra de cursos, apresentações artísticas, debates, homenagens e eventos especiais, como o show de Gabriel Sater com a Orquestra Sinfônica da UFMT, no dia 6 de dezembro (sábado), no Parque das Águas, em Cuiabá.(Com informações da UFMT)

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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