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Cuiabá reforça cuidados com a saúde do homem em palestra do Novembro Azul

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A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Secretaria Adjunta de Atenção Primária, promoveu nesta terça-feira (18) uma palestra especial na sede da SMS em alusão ao Novembro Azul, campanha dedicada à conscientização sobre a saúde do homem. O encontro reuniu servidores e profissionais da rede, reforçando a importância da prevenção, do autocuidado e do diagnóstico precoce.

O Novembro Azul é um movimento internacional voltado à saúde masculina, com foco na detecção precoce do câncer de próstata. A campanha também estimula hábitos saudáveis, cuidados contínuos e a procura regular pelos serviços de saúde.

A programação contou com um bate-papo conduzido por um sanitarista, doutor em Saúde Coletiva, que abordou prevenção, cuidados essenciais e a necessidade de superar tabus que ainda afastam muitos homens do atendimento médico. A atividade também teve a participação de um policial civil da Delegacia Especializada, que trouxe orientações de segurança, vivências da rotina profissional e reflexões sobre bem-estar. O Núcleo de Diversidades – Saúde do Homem participou do encontro, ampliando o debate sobre acolhimento e inclusão.

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Durante o período da tarde, foram ofertados atendimentos voltados ao cuidado integral, como auriculoterapia, avaliação e orientação nutricional, ações do Programa de Diabetes e sessões de destrave de dor.

A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destacou o compromisso da gestão com a prevenção e a promoção da saúde masculina.

“Nosso trabalho é fortalecer a atenção primária e incentivar que os homens cuidem da saúde durante todo o ano. Prevenir é sempre o melhor caminho, e nossas equipes estão preparadas para acolher e orientar cada cidadão”, afirmou.

As ações do Novembro Azul continuam ao longo do mês em diversas unidades do município, com atividades educativas e atendimentos voltados à saúde do homem.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Bicudo-do-algodoeiro continua sendo principal ameaça à produtividade do algodão no Brasil

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Inseto ataca estruturas reprodutivas da planta e segue como um dos maiores desafios fitossanitários da cotonicultura brasileira, exigindo estratégias combinadas de controle e prevenção.

Pressão do bicudo mantém alerta máximo no algodão brasileiro

O bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) permanece como a principal praga da cultura do algodão no Brasil, representando um dos maiores riscos à produtividade e à qualidade da fibra. O inseto ataca diretamente estruturas reprodutivas da planta, como botões florais e maçãs, comprometendo o desenvolvimento da lavoura e podendo provocar perdas que chegam a cerca de 70% do potencial produtivo.

Segundo especialistas do setor, o impacto do bicudo está diretamente ligado à sua ação sobre partes essenciais da planta, o que afeta a formação e o enchimento das estruturas produtivas. Quando o manejo não é eficiente, a queda de botões e frutos se intensifica, reduzindo significativamente o rendimento final da cultura.

Características da praga dificultam controle no campo

De pequeno porte — entre 3 e 6 milímetros — e coloração marrom, o bicudo-do-algodoeiro apresenta alta capacidade de reprodução e grande agressividade no ataque às plantas, o que torna seu controle um desafio constante para os produtores.

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Os primeiros sinais de infestação incluem perfurações em botões florais, queda precoce dessas estruturas e flores com aspecto característico deformado, conhecido como “rosetado”. Em muitos casos, os sintomas iniciais passam despercebidos, mas a evolução da infestação pode ser rápida em condições favoráveis, reduzindo o tempo de resposta no manejo.

Monitoramento e manejo integrado são fundamentais

O controle eficiente do bicudo-do-algodoeiro depende diretamente do monitoramento contínuo da lavoura. A inspeção frequente, especialmente nas estruturas reprodutivas, é essencial para identificar a presença da praga ainda no início da infestação.

Além disso, práticas como destruição de restos culturais, eliminação de plantas voluntárias e uso de armadilhas durante a entressafra são estratégias importantes para reduzir a população do inseto entre os ciclos produtivos.

Especialistas reforçam que o controle não depende de uma única ação, mas sim de um conjunto de medidas integradas e aplicadas no momento correto.

Manejo químico exige rotação e estratégia

O manejo integrado também envolve o uso criterioso de inseticidas e a rotação de mecanismos de ação para evitar resistência da praga. Em áreas de alta pressão do bicudo, soluções com diferentes modos de ação ganham relevância no controle.

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Produtos com ação por contato e ingestão, como aqueles à base de etiprole, são citados como ferramentas importantes dentro de programas de manejo, contribuindo para maior eficiência no controle da praga quando utilizados de forma estratégica.

Conclusão: controle do bicudo depende de planejamento contínuo

O bicudo-do-algodoeiro segue como um dos principais desafios da cotonicultura brasileira e exige uma abordagem técnica, integrada e contínua ao longo de toda a safra.

O sucesso no controle da praga está diretamente ligado ao planejamento, ao monitoramento constante e à combinação de diferentes estratégias de manejo, fatores essenciais para preservar o potencial produtivo do algodão no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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