Mato Grosso

Corpo de Bombeiros socorre jovem após salto em área rasa de cachoeira

Publicado em

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) socorreu, na tarde de domingo (9.11), um jovem de 20 anos vítima de uma de queda de nível na Cachoeira da Usina, em Barra do Garças (a 511 km de Cuiabá).

A equipe da 1ª Companhia Independente Bombeiro Militar (1ª CIBM) foi acionada pelo Centro de Operações Bombeiro Militar (COB/193) por volta das 17h30. De acordo com informações, a vítima estava tomando banho na cachoeira quando resolveu pular em um ponto raso, vindo a atingir a cabeça no fundo.

Após o impacto, o jovem ficou boiando e foi retirado da água por pessoas que estavam nas proximidades. No local, os bombeiros militares constataram que a vítima se encontrava consciente e orientada, porém sonolenta, relatando formigamento nos braços, dor na região da nuca e ausência de sensibilidade e movimento nas pernas.

A equipe realizou a estabilização da vítima, com procedimentos de primeiros socorros, verificação dos sinais vitais e imobilização total. Em seguida, foi efetuado o transporte até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde a vítima foi entregue à equipe médica de plantão para continuidade do atendimento.

Leia Também:  Governador autoriza free shop em Cáceres; lei será enviada à Assembleia

O Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância de evitar saltos em locais desconhecidos ou rasos durante o lazer em áreas naturais, a fim de prevenir acidentes graves, como traumatismos cranianos e lesões na coluna cervical.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Mato Grosso

Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

Published

on

Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Leia Também:  Projeto referência em sistema agroflorestal é apresentado a produtores familiares de Aripuanã e região

Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

Leia Também:  Estudantes da Rede Estadual são premiados em concurso do TJMT sobre combate à violência contra a mulher

Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA