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Idealizador da Nota Cuiabana têm 43 anos de serviços prestados à Prefeitura

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O auditor fiscal tributário da Receita Municipal, Wilson Paulo Leite Ribeiro, carinhosamente conhecido no Palácio Alencastro como “professor Wilson”, é um dos servidores com a carreira mais longa dedicada ao município de Cuiabá.

Com 43 anos de serviços prestados à Prefeitura de Cuiabá, é também um dos servidores mais qualificados em conhecimento. Possui três graduações pela UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso): Ciências Naturais, bacharelado em Física e Direito. Em 2000, foi aprovado no exame da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).

Também é pós-graduado em Direito Tributário pela UFMT e em Auditoria Fiscal pela Universidade Cândido Mendes, sediada no Rio de Janeiro. Seu vasto domínio de conhecimento lhe permite ministrar aulas de Matemática, Física, Química, Biologia e Direito Tributário.

Natural de Vila Bela da Santíssima Trindade e atualmente com 67 anos, o auditor fiscal tributário Wilson Paulo Leite Ribeiro conta que chegou a Cuiabá em 1977, quando Mato Grosso ainda não havia sido dividido. Bastante jovem, tinha apenas um sonho: concluir o ensino médio e ingressar em uma faculdade.

Em uma época em que não havia cotas sociais ou raciais, tampouco financiamento estudantil do governo federal em universidades ou faculdades privadas, o esforço e a dedicação levaram o jovem Wilson a ser chamado, já aos 14 anos, de professor, tamanha a referência em conhecimento na área de Ciências Exatas. Aos 19, já atuava como professor de Matemática.

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“Eu costumo dizer que quanto mais eu ensino, mais eu aprendo. Quanto mais se ensina, mais se multiplica o conhecimento. Estudei em Vila Bela da Santíssima Trindade até o ensino fundamental. Ainda na 7ª série, me destaquei como aluno de excelência, o que levou o diretor-geral do Colégio Missão Cristã Evangélica de Mato Grosso, André Daniel Muller, a me convidar para estudar no tradicional Colégio São Gonçalo.”

Educação e economia

A trajetória do professor Wilson Paulo Leite Ribeiro é marcada pela dedicação ao ensino e ao serviço público na área tributária. Foi professor de Física do Estado de Mato Grosso após aprovação em concurso no ano de 1983, permanecendo por nove anos.

Ingressou na Prefeitura de Cuiabá em 1982, em regime celetista, enquanto conciliava as atividades com a função de professor de Matemática na Escola Juscelino Kubitschek, no bairro Planalto.

“Comecei na Prefeitura de Cuiabá no dia 26 de abril de 1982, após ser convocado pelo então prefeito Gustavo Arruda. A Prefeitura funcionava no Edifício Irene, na Avenida Barão de Melgaço.”

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A partir daí, o “professor Wilson” contribuiu com o município instituindo o ISS (Imposto Sobre Serviços) nos cartórios, elaborou a redação da lei da Nota Cuiabana e ajudou na construção do Código Tributário Municipal. Em 2021, criou o Conselho Administrativo de Recursos Tributários (CART).

O alto grau de conhecimento lhe permitiu ocupar sucessivos cargos de confiança, independentemente de ideologia político-partidária.

Questionado sobre qual orientação dá a quem deseja ingressar no serviço público, o “professor Wilson” afirma, sem pensar duas vezes, que o serviço público é vocação.

“No serviço público, não basta apenas vontade. É preciso ter vocação para atender o cidadão, orientar no que for possível e se aprimorar a cada dia para que o contribuinte tenha uma boa prestação de serviço e uma orientação técnica tributária de qualidade. É necessário ter vontade de aprender e fazer as adequações necessárias”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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