AGRONEGÓCIO

Colmeia Viva App conecta agricultores e apicultores para proteger abelhas e aumentar sustentabilidade

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O Sindiveg (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal) lançou o Colmeia Viva App, uma ferramenta gratuita que aproxima agricultores, prestadores de serviços e criadores de abelhas. O objetivo é reduzir os riscos de exposição das abelhas durante pulverizações agrícolas, promovendo convivência segura e sustentável entre os setores agrícola e apícola.

Como funciona o Colmeia Viva App

O aplicativo permite mapear áreas agrícolas e apiários, identificando sobreposições de atuação. Ao registrar uma pulverização, o agricultor envia alertas automáticos para apicultores em um raio de até seis quilômetros, permitindo que os criadores adotem medidas preventivas, como isolamento ou deslocamento de colmeias.

Além disso, o app possui chat integrado entre usuários, facilitando o diálogo direto e o planejamento conjunto de atividades, reduzindo incidentes e fortalecendo a relação entre os dois setores.

Benefícios para polinização e sustentabilidade

Segundo Isabela Rivato, bióloga e analista de Uso Correto e Seguro do Sindiveg, a comunicação antecipada é essencial para proteger as abelhas. “O aplicativo promove proteção aos polinizadores, melhora a relação entre os setores agrícola e apícola, aumenta a produtividade e incentiva práticas sustentáveis”, afirma.

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A polinização das abelhas é fundamental para a produtividade e a qualidade das culturas agrícolas, e o uso de ferramentas tecnológicas como o Colmeia Viva App contribui para planejar aplicações de defensivos e mitigar impactos ambientais.

Disponibilidade e acesso

O Colmeia Viva App está disponível para download gratuito nas lojas App Store e Google Play, oferecendo uma solução prática para integrar tecnologia, sustentabilidade e segurança no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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