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Caminhada “Corra Rosa, Viva Forte” encerra mês de conscientização no Fórum de Cuiabá

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Entre passos firmes, sorrisos largos e muita vibração positiva, o Fórum de Cuiabá encerrou, nesta sexta-feira (24 de outubro), a programação do Outubro Rosa com a 1ª Caminhada “Corra Rosa, Viva Forte”, em uma noite marcada por união, autocuidado e amor à vida.

out rosa cuiaba (7)A concentração começou no Fórum da Capital e seguiu até a Associação Mato-Grossense de Magistrados (Amam), reunindo magistradas, servidoras, colaboradores e familiares em um percurso simbólico, que representou a força coletiva do Judiciário na luta contra o câncer de mama.

A iniciativa foi promovida pela Diretoria do Foro da Comarca de Cuiabá com o propósito de reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, além de celebrar as conquistas e histórias de superação que inspiram tantas mulheres dentro e fora do Judiciário.

out rosa cuiaba (4)De acordo com a diretora do Fórum, juíza Hanae Yamamura de Oliveira, a campanha tem um papel fundamental não apenas para a sociedade, mas também para o público interno. “Queremos sensibilizar magistradas, servidoras, colaboradoras e até jurisdicionadas que frequentam o Fórum sobre a importância da prevenção ao câncer de mama, que ainda é uma das doenças que mais matam mulheres no Brasil e no mundo”, destacou.

Ela ressaltou ainda que o objetivo é fazer com que todas as mulheres se sintam acolhidas e amparadas. “Sabemos o quanto é difícil passar por uma doença sozinha. Queremos que elas sintam que não estão sozinhas e que podem contar conosco caso recebam um diagnóstico ou tenham alguém próximo enfrentando essa situação”, completou.

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Durante todo mês, o Fórum promoveu palestras, rodas de conversa e ações voltadas à saúde e ao bem-estar de magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as). A caminhada encerrou a programação de forma simbólica, traduzindo em movimento o que foi vivido em cada atividade, que é o incentivo ao autocuidado e à solidariedade.

Entre os participantes, o clima era de leveza e animação. Todos usavam camisetas cor-de-rosa e laços que remetiam à campanha. O final do percurso, na sede da Amam, selou o encerramento de um mês inteiro dedicado ao fortalecimento da consciência sobre a saúde da mulher.

out rosa cuiaba (1)A gestora do Fórum de Cuiabá, Phiama Prado, explicou que a caminhada simboliza muito mais do que um simples ato coletivo. “Ela representa empatia, força e união, valores que movem o Fórum de Cuiabá. É um momento de demonstrar a força feminina, a solidariedade e o compromisso com o bem social, que também são pilares da Justiça”, afirmou.

Phiama também destacou a homenagem feita às servidoras que venceram o câncer de mama. “Criamos o Pink Box, uma caixinha simbólica que presta homenagem a essas mulheres guerreiras. Duas servidoras que superaram a doença estão aqui conosco, celebrando a vida e a vitória”, acrescentou.

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Entre essas servidoras está Glenda Regina Balbinotti, enfermeira do Tribunal de Justiça lotada no Fórum de Cuiabá, que enfrentou e venceu o câncer de mama. “Vivenciei todo o processo: o diagnóstico, o tratamento e consegui vencer. Estar aqui é uma forma de motivar e inspirar outras pessoas a cuidarem de si mesmas. É um prazer enorme poder compartilhar essa mensagem”, contou emocionada.

out rosa cuiaba (11)Para ela, participar do Outubro Rosa no Fórum tem um significado especial. “Essas ações são extremamente importantes, especialmente por trazerem visibilidade para o tema. O câncer de mama ainda é a doença que mais acomete e mata mulheres no Brasil. Por isso, a prevenção é sempre o melhor caminho”, reforçou.

Glenda celebra cinco anos de remissão e deixa uma mensagem inspiradora a outras mulheres. “Se amem, se cuidem e mantenham seus exames em dia. O autocuidado é essencial. E sempre que possível, incentivem outras mulheres a buscarem ajuda e cuidarem da própria saúde. É possível vencer”.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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