Várzea Grande

Vigilância Sanitária intensifica fiscalização após caso suspeito de intoxicação por metanol

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Ele relatou ter ingerido bebida alcoólica do tipo uísque, no último domingo (12), durante um encontro com amigos na região do Parque do Lago

A Vigilância Sanitária de Várzea Grande abriu investigação para identificar a origem da bebida alcoólica consumida por um jovem de 24 anos que está internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Cuiabá, com suspeita de intoxicação por metanol.

A Vigilância Epidemiológica realizou a coleta de amostras de sangue, já encaminhadas ao Laboratório Central do Estado (Lacen-MT). O resultado, previsto para os próximos dias, deve confirmar ou descartar a presença de metanol no organismo do paciente.

Paralelamente, a Vigilância Sanitária do Município vem realizando fiscalizações em bares e distribuidoras a fim de apreender bebidas adulteradas.

O CASO – O paciente deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Ipase, em Várzea Grande, na manhã da última quinta-feira (16), apresentando visão turva, confusão mental, dor abdominal, sonolência, lentidão e vômitos — sintomas que persistiam desde o dia 13. Ele relatou ter ingerido bebida alcoólica do tipo uísque, no último domingo (12), durante um encontro com amigos na região do Parque do Lago.

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De acordo com a equipe médica que o atendeu, o quadro clínico levantou suspeita de intoxicação por metanol. O jovem foi atendido e monitorado, mas, diante da evolução do seu quadro de saúde, foi transferido para a UTI do Pronto-Socorro de Cuiabá, onde permanece sob cuidados intensivos.

CUIDADO – A Vigilância Sanitária reforça que bebidas com preços muito abaixo do mercado, sem rótulo registrado no Ministério da Agricultura ou sem lacre de fábrica, representam alto risco. “É fundamental que a população compre apenas em estabelecimentos regularizados. A Vigilância Sanitária vai reforçar ações juntamente com a Polícia Civil e a Guarda Municipal para tentar impedir a comercialização e a fabricação desses produtos sem origem”, frisou o superintendente em Vigilância Sanitária, Carlos Valladares.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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