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Sine Municipal oferece 903 vagas de emprego com destaque para produção industrial

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O Sine de Cuiabá disponibiliza um total de 903 vagas de emprego nesta sexta-feira (17), com destaque para as 169 posições para Auxiliar de linha de produção, que abrangem diferentes níveis de escolaridade e oferecem benefícios variados, indicando um cenário promissor para trabalhadores com ou sem experiência formal.

As vagas para Auxiliar de linha de produção são distribuídas em diversas empresas, com salários que variam a partir de R$ 1,6 mil, além de benefícios como vale-transporte, cesta básica, ticket alimentação, seguro de vida, assistência médica e odontológica. Algumas posições incluem ainda adicionais de insalubridade/periculosidade, refeição no local e prêmios por assiduidade e performance. A exigência de escolaridade para essas vagas vai desde Ensino Fundamental Incompleto até Ensino Médio Completo.

Além das vagas para Auxiliar de Linha de Produção, o Sine Municipal apresenta um leque diversificado de outras ocupações, como Atendente balconista (20 vagas), Cortador de carne (50 vagas), Desossador (50 vagas), Magarefe (50 vagas) e Servente de pedreiro (20 vagas), entre outras.

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

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Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected].

Confira as oportunidades

Ajudante de carga e descarga de mercadoria (não exige experiência) – 09
Ajudante de obra (não exige experiência) – 02
Analista administrativo – 01
Analista de negócios (não exige experiência) – 200
Atendente balconista (não exige experiência) – 20
Atendente de balcão (não exige experiência) – 01
Atendente de lojas (não exige experiência) – 10
Atendente de lojas de mercados (não exige experiência) – 01
Atendente de padaria – 07
Auxiliar administrativo – 09
Auxiliar de armazenamento (não exige experiência) – 22
Auxiliar de cozinha (não exige experiência) – 04
Auxiliar de estoque (não exige experiência) – 03
Auxiliar de limpeza – 02
Auxiliar de linha de produção – 169
Auxiliar de logística (não exige experiência) – 36
Auxiliar de operação (não exige experiência) – 10
Azulejista – 02
Babá – 01
Carregador (armazém) (não exige experiência) – 01
Comprador – 01
Consultor de venda – 01
Corretor de imóveis (não exige experiência) – 05
Cortador de carne – 50
Desossador – 70
Eletricista – 02
Eletricista de instalações – 01
Empacotador a mão (não exige experiência) – 06
Empregado doméstico arrumador – 02
Frentista (não exige experiência) – 01
Funileiro de veículos (reparação) – 01
Instalador de telefones (não exige experiência) – 01
Magarefe – 55
Monitor de alunos (não exige experiência) – 01
Motorista entregador – 04
Operador de caixa (não exige experiência) – 15
Operador de empilhadeira – 01
Operador de máquina de construção civil e mineração – 03
Operador de telemarketing e receptivo – 02
Pedreiro – 11
Profissional de educação física na saúde – 24
Promotor de vendas (não exige experiência) – 05
Recepcionista em geral (vaga exclusiva para PCD) – 01
Recepcionista secretária – 01 Repositor de mercadorias – 02
Retalhador de carne – 90
Servente de pedreiro – 20
Técnico automotivo (não exige experiência) – 01
Técnico de operação e serviços bancário – leasing – 02
Técnico em segurança do trabalho – 01
Tecnólogo em logística de transporte – 01
Trabalhador de serviço de limpeza e conservação de áreas públicas – 01
Vendedor interno (não exige experiência) – 02
Vendedor interno – 11

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#PraCegoVer
A imagem que acompanha a matéria mostra uma pessoa segurando, com as duas mãos, uma Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) de capa azul, apoiada sobre uma mesa.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Consumo de vinho bate recorde no Brasil e cresce 41,9% em 2025; especialistas destacam benefícios à saúde

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O consumo de vinho no Brasil atingiu um marco histórico em 2025, consolidando o país como um dos principais destaques positivos do setor vitivinícola mundial. Enquanto diversos mercados internacionais registraram retração no consumo da bebida, os brasileiros ampliaram significativamente a demanda, impulsionando toda a cadeia produtiva nacional.

Dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) mostram que o país consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho ao longo do ano, volume recorde que representa crescimento de 41,9% em relação ao período anterior.

O avanço reforça a expansão da cultura do vinho entre os consumidores brasileiros e abre novas oportunidades para produtores, vinícolas, distribuidores e demais segmentos ligados ao agronegócio da uva e do vinho.

Vitivinicultura brasileira mantém trajetória de expansão

O crescimento do consumo foi acompanhado pela evolução da produção nacional. Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil ampliou sua área cultivada com vinhedos, alcançando 91 mil hectares em 2025.

O aumento de 9,6% em comparação ao ano anterior demonstra a confiança do setor na expansão do mercado interno e na valorização dos produtos nacionais.

A vitivinicultura tem se consolidado como uma importante atividade agroindustrial, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a geração de renda, empregos e desenvolvimento regional.

Além da produção de vinhos, o segmento movimenta cadeias relacionadas ao turismo rural, gastronomia, logística e exportações, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro em mercados de maior valor agregado.

Interesse pela bebida cresce entre consumidores

O aumento do consumo reflete mudanças nos hábitos dos brasileiros, que passaram a incorporar o vinho com maior frequência em ocasiões sociais, refeições e experiências gastronômicas.

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Especialistas apontam que a popularização da bebida também está associada ao maior acesso à informação sobre variedades, harmonizações e processos de produção, além da ampliação da oferta de rótulos nacionais e importados.

O cenário tem impulsionado investimentos em vinícolas, modernização de propriedades rurais e expansão de áreas destinadas ao cultivo de uvas viníferas.

Estudos associam consumo moderado à saúde cardiovascular

O crescimento da demanda ocorre paralelamente ao interesse da população por pesquisas científicas que investigam os efeitos do consumo moderado de vinho sobre a saúde.

Segundo a nutróloga e professora da Afya Educação Médica Montes Claros, Dra. Juliana Couto Guimarães, o vinho contém compostos bioativos, especialmente polifenóis, que apresentam ação antioxidante e ajudam a combater os radicais livres, moléculas associadas ao envelhecimento celular e ao desenvolvimento de doenças crônicas.

Entre os compostos mais estudados está o resveratrol, encontrado principalmente na casca das uvas tintas, substância que vem sendo relacionada à proteção cardiovascular e à redução de processos inflamatórios.

Pesquisa aponta redução de risco cardiovascular

Estudos apresentados durante o American College of Cardiology (ACC) indicaram que o consumo moderado de vinho esteve associado a uma redução de 21% no risco de morte por doenças cardiovasculares quando comparado a indivíduos que não consumiam álcool ou o faziam apenas ocasionalmente.

De acordo com a especialista, esses resultados costumam ser observados em populações que seguem padrões alimentares semelhantes aos da dieta mediterrânea, reconhecida internacionalmente pelos benefícios à saúde.

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Nesse modelo alimentar, o vinho é consumido em pequenas quantidades e integrado a uma rotina baseada em frutas, verduras, legumes, azeite de oliva, peixes e prática regular de atividades físicas.

Os compostos presentes na bebida podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos, auxiliar na redução da oxidação do colesterol LDL e favorecer a saúde cardiovascular quando inseridos em um contexto de hábitos saudáveis.

Consumo deve ser feito com moderação

Apesar dos potenciais benefícios observados em estudos científicos, especialistas reforçam que o vinho não deve ser encarado como tratamento médico ou estratégia isolada de prevenção de doenças.

A recomendação para adultos saudáveis que optam pelo consumo da bebida é que ela seja ingerida com moderação e, preferencialmente, durante as refeições.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas não é indicado para gestantes, lactantes, crianças, adolescentes, pessoas com doenças hepáticas, histórico de dependência alcoólica ou que utilizem medicamentos com potencial de interação com o álcool.

Setor vê oportunidades para os próximos anos

Com recorde de consumo, expansão dos vinhedos e fortalecimento da produção nacional, a cadeia vitivinícola brasileira entra em uma nova fase de crescimento.

A combinação entre aumento da demanda, valorização dos produtos nacionais e investimentos em tecnologia e qualidade cria perspectivas favoráveis para produtores rurais, cooperativas e vinícolas, consolidando o vinho como uma das cadeias agroindustriais de maior potencial de agregação de valor dentro do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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