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Cuiabá tem 2,8 mil crianças PCDs com apoio de cuidadoras e alimentação especial

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A Prefeitura de Cuiabá é responsável pelo cuidado e ensino diário de 2.822 mil crianças PCDs (Pessoas com Deficiência) matriculadas em escolas e creches. Os dados são da Secretaria Municipal de Educação (SME).

No total, são 2.063 crianças na rede escolar diagnosticada com autismo, 44 com deficiência auditiva e 10 com surdez.

Com síndrome de Down e outras deficiências intelectuais são 542. Há ainda 10 estudantes com cegueira, 45 com baixa visão e 108 com deficiência múltipla.

Para auxiliar no desenvolvimento educacional destas crianças, a Prefeitura de Cuiabá oferece 70 salas multifuncionais em 82 escolas de sua responsabilidade. São espaços equipados com lousa digital, quadro branco, painel sensorial, aramados de percursos e ondulares, massinhas, tatames, letras do alfabeto em formato de madeira e computadores para atividades.

Esses equipamentos servem para aprimorar as habilidades mentais e intelectuais da criança, como atenção, memória, linguagem e raciocínio lógico. Para entender mais, clique AQUI e AQUI.

Esses estudantes PCDs, conforme explica a coordenadora de educação especial da Prefeitura de Cuiabá, professora Neuraides Ribeiro, também tem acompanhamento diário de CADs (Cuidadora de Alunos com Deficiência).

“Esse profissional de apoio tem o papel de auxiliar na acessibilidade da criança em todos os espaços escolares. Isso envolve auxílio nos espaços para circulação, sala de aula, atividades físicas e biblioteca. Se a criança não tem condições de sozinha, se alimentar ou se higienizar quando for ao banheiro, também tem o apoio direto destes profissionais”.

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O secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes, ressalta que é um compromisso da atual gestão atender a todas as crianças na rede pública, respeitando suas características, o que faz o Executivo municipal honrar sua missão constitucional. “O prefeito Abilio Brunini e a primeira dama Samantha Iris são empenhados e comprometidos com a inclusão na rede de educação. Numa democracia, o poder público deve saber lidar com os diferentes, adotando critérios de equidade. A educação de Cuiabá trabalha neste sentido”.

Alimentação

Para alunos autismo que possuem seletividade alimentar, são feitos, inclusive, testes de receitas para tentar adaptar o cardápio e garantir que o aluno consuma a alimentação escolar, conforme explica a nutricionista Carolina Moreira.

“Na grande maioria das vezes, para os alunos com TEA, precisamos entrar em contato com os responsáveis, fazer uma anamnese para entender a alimentação do aluno e fazemos um cardápio individualizado para eles, considerando as suas particularidades.”

Berçário

A Prefeitura de Cuiabá também oferece atendimento diferenciado aos bebês com alergias e intolerâncias. Para esse público, são disponibilizadas fórmulas infantis que possuem elevado preço de mercado, sendo encontrados produtos de até R$ 400,00 por lata. Exemplos desses produtos são os leites: Neocate, Pregomin Pepti, Infatrini, IsoSource Jr., Trophic Basic, entre outros, explica a coordenadora da Alimentação, Dryeli Sthefani da Silva.

Aos pais e responsáveis que desejam alimentação especial, o procedimento é o seguinte: no ato da matrícula na unidade escolar, cabe aos pais ou responsáveis apresentarem um laudo médico que descreva se a criança possui alergias, intolerâncias alimentares, restrições ou seletividade alimentar. A gestão da unidade escolar deve encaminhar esse laudo para a Coordenadoria de Nutrição Escolar.

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Em seguida, a equipe de nutricionistas da Prefeitura de Cuiabá entra em contato com os responsáveis para sanar possíveis dúvidas. A partir daí, é feito um cardápio especial individualizado e, posteriormente, a equipe de nutricionistas encaminha o cardápio para a unidade escolar junto com os produtos.

O fornecimento dos alimentos às crianças matriculadas nas unidades de ensino da Prefeitura de Cuiabá segue parâmetros fixados pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), a partir da Resolução 6/2020. No documento, são fixadas as regras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Importante recado

Qualquer demanda dos pais com a alimentação nas escolas pode ser encaminhada à direção escolar e também à Ouvidoria da Secretaria Municipal de Educação pelos seguintes números de celulares: (65) 3614-4304, (65) 9304-3408 ou pelo 0800-647-0131, segundo a Prefeitura de Cuiabá.

Também é possível entrar em contato pelo e-mail: [email protected] e pelos números de aparelhos celulares: (65) 9 9231-1701 e (65) 9 9241-0489.

#PraCegoVer

A foto ilustra uma criança, estudante de Cuiabá, desenvolvendo uma atividade educacional com relógio silábico. As peças são coloridas e está apoiado numa mesa de cor branca.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do milho recua no Brasil com avanço da safrinha e demanda fraca; exportações seguem em ritmo positivo em junho

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O mercado brasileiro de milho encerrou a semana com viés de baixa nas cotações, refletindo um ambiente de demanda mais cautelosa e expectativas de aumento da oferta com o avanço da colheita da segunda safra (safrinha). Segundo a consultoria Safras & Mercado, os compradores seguem atuando de forma pontual, priorizando aquisições imediatas e aguardando maior disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

O cenário combina pressão de preços no mercado interno com fundamentos externos relativamente mais estáveis, ainda que sem força suficiente para sustentar altas no curto prazo.

Demanda interna segue lenta e compradores aguardam safra avançar

A movimentação no mercado físico do milho segue limitada, com consumidores adotando postura mais defensiva. As negociações são pontuais e o foco está na expectativa de entrada mais expressiva da safrinha no mercado ao longo das próximas semanas.

Apesar da colheita ainda estar em fase inicial em grande parte das regiões produtoras, produtores já começam a aumentar a oferta disponível, ajustando preços diante da necessidade de escoamento da produção.

Esse movimento de maior flexibilidade nas pedidas reforça o viés de baixa no curto prazo, em um ambiente de liquidez reduzida e compradores aguardando melhores oportunidades.

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Paridade de exportação perde força com Chicago fraca e dólar estável

No mercado externo, a paridade de exportação teve pouca variação ao longo da semana. O dólar apresentou movimentos moderados, enquanto a Bolsa de Chicago permaneceu próxima das mínimas recentes, pressionada pelo bom desenvolvimento das lavouras de milho nos Estados Unidos.

Esse cenário reduziu o suporte para os preços internos, limitando qualquer reação mais consistente no mercado físico brasileiro.

Milho recua no Brasil e preços variam entre regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado a R$ 60,08 no dia 18 de junho, queda de 1,71% frente aos R$ 61,12 registrados na semana anterior.

Entre as principais praças acompanhadas, os preços foram os seguintes:

  • Cascavel (PR): R$ 58,00/saca (-3,33%)
  • Campinas (SP – CIF): R$ 65,00/saca (estável)
  • Mogiana (SP): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00/saca (estável)
  • Erechim (RS): R$ 68,00/saca (-1,45%)
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00/saca (estável)
  • Rio Verde (GO): R$ 56,00/saca (-3,45%)

O comportamento regional reforça um mercado heterogêneo, com pressão mais intensa em áreas próximas à colheita e maior estabilidade em polos consumidores.

Exportações de milho crescem em volume e receita em junho

Mesmo com a pressão no mercado interno, as exportações brasileiras de milho seguem em crescimento no início de junho.

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Até o momento (9 dias úteis), os dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam:

  • Receita total: US$ 61,626 milhões
  • Média diária: US$ 6,847 milhões
  • Volume exportado: 265,162 mil toneladas
  • Média diária: 29,462 mil toneladas
  • Preço médio: US$ 232,40 por tonelada

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • Alta de 46,9% na receita média diária
  • Crescimento de 59,5% no volume exportado
  • Queda de 7,9% no preço médio por tonelada

O desempenho indica maior competitividade do milho brasileiro no mercado internacional, ainda que com preços médios mais pressionados.

Mercado do milho entra em fase decisiva com avanço da safrinha

Com a colheita da safrinha ganhando ritmo nas próximas semanas, o mercado de milho no Brasil tende a permanecer sob pressão no curto prazo. A combinação entre maior oferta, demanda interna contida e fundamentos externos mais fracos sustenta o viés de baixa, enquanto o desempenho das exportações segue como principal fator de equilíbrio para o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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