Mato Grosso estará representado na segunda edição do Festival Nacional de Artesanato da Bahia (Fenaba), que será realizado de 9 a 12 de outubro, na Arena Fonte Nova, em Salvador. A participação do estado é organizada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da Secretaria Adjunta de Turismo e da Coordenadoria de Artesanato.
No estande mato-grossense, nove artesãos de sete municípios (Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, São José do Rio Claro, Santo Antônio do Leverger, Paranatinga e Gaúcha do Norte) irão expor e comercializar mais de mil peças. Entre os produtos, estarão trabalhos em cerâmica, sementes, fios e tecidos, artesanato indígena, além de itens utilitários e decorativos, com valores a partir de R$ 20,00.
Segundo a assessora da Coordenadoria de Artesanato da Sedec, Carolinne Luz, a participação em eventos nacionais é estratégica para fortalecer o setor e ampliar o alcance dos produtos mato-grossenses.
“A secretaria tem desenvolvido um trabalho contínuo de apoio ao artesanato, participando ativamente de feiras em diferentes estados. Já tivemos experiências muito positivas em outros eventos nacionais neste ano, e acreditamos que a Fenaba será mais uma oportunidade de mostrar a diversidade e a qualidade do nosso artesanato, gerando resultados concretos para quem produz e para a imagem do estado.”
O evento, considerado um dos maiores do segmento no país, deve reunir mais de 500 artesãos de todas as regiões brasileiras. Em 2025, o Fenaba dobra de tamanho e traz como tema “Letras e Ritmos: A Sinfonia do Artesanato da Bahia”, destacando o papel dos artesãos como preservadores de memória, criadores de identidade cultural e integrantes da economia criativa.
Durante quatro dias, o público terá acesso a uma programação variada, que inclui exposição e venda de peças exclusivas, oficinas, rodas de conversa, desfiles temáticos e apresentações culturais. O festival também contará com shows musicais de artistas de projeção nacional.
O Governo de Mato Grosso e a Rumo inauguraram, neste sábado (20.6), o primeiro trecho da 1ª Ferrovia Estadual de Mato Grosso. São 162 quilômetros de extensão, ligando Rondonópolis ao novo terminal ferroviário instalado na BR-070, em Dom Aquino, com investimento de R$ 5 bilhões nesta primeira etapa.
Considerada a maior ferrovia em execução no Brasil, o projeto terá 740 quilômetros de extensão quando concluído, conectando Rondonópolis a Lucas do Rio Verde, passando por 16 municípios mato-grossenses e com ramal previsto para Cuiabá.
Durante a entrega, o governador Otaviano Pivetta destacou o papel do Governo de Mato Grosso na criação das condições para o desenvolvimento econômico do Estado.
“Mato Grosso é um exemplo do que o Brasil pode fazer. Enquanto a Rumo construiu 162 quilômetros de ferrovia, nós vamos concluir mais de 7 mil quilômetros de asfalto novo nas rodovias estaduais até o final do ano. Investimos R$ 28 bilhões em infraestrutura para melhorar a vida do nosso povo”, afirmou.
Ele também ressaltou os avanços fiscais e institucionais do Estado nos últimos anos.
“Recebemos um Estado considerado insolvente e hoje Mato Grosso tem nota triplo A há três anos. Saímos das últimas posições na educação e hoje estamos entre os melhores do país. Quando o governo faz o dever de casa, o desenvolvimento acontece”, completou.
O presidente da Rumo, Pedro Palma, destacou a construção conjunta do projeto.
“A visão de futuro é importante, mas ela não basta. É preciso conhecimento, parceria e coragem para transformar projetos em realidade. O modelo criado por Mato Grosso foi fundamental para que esse investimento saísse do papel e chegasse até aqui”, destacou.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou a importância da ferrovia para a competitividade da produção brasileira.
“Essa ferrovia liga Mato Grosso ao Porto de Santos, reduzindo custos logísticos e aumentando a competitividade da produção brasileira. A ferrovia melhora o transporte, ajuda o meio ambiente, reduz custos e impulsiona o desenvolvimento econômico do país”, disse.
O presidente do conselho de administração da Cosan, Rubens Ometto, ressaltou o impacto da integração logística.
“É uma parceria que mostra o que o Brasil é capaz de fazer quando iniciativa privada e poder público trabalham juntos. Esse projeto conecta a produção de Mato Grosso ao Porto de Santos e ao mundo. É a verdadeira ferrovia do grão, que também traz fertilizantes, exporta algodão e movimenta a indústria do etanol. Essa entrega representa muito mais do que novos trilhos, gera empregos e cria condições para que as pessoas construam aqui as suas vidas”, pontuou.
O ministro dos Transportes, George Santoro, parabenizou os envolvidos. “Essa obra representa um avanço importante para a logística do país e para o setor produtivo”, disse.
Terminal Ferroviário
As obras tiveram início em novembro de 2022 e mobilizaram mais de 65 empresas contratadas e cerca de 5 mil trabalhadores. Somente na construção do terminal, foram gerados mais de 800 empregos diretos e indiretos.
Para o prefeito de Dom Aquino, Carlim Amarelo, a chegada da ferrovia representa uma transformação regional.
“Estamos diante de uma obra que fortalece Mato Grosso e muda a história da nossa região. Dom Aquino passa a integrar uma importante rota logística nacional, ampliando oportunidades para produtores, empresas e para toda a população”, afirmou.
A cerimônia contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais, entre elas senadores, deputados federais, deputados estaduais, prefeitos da região, empresários, representantes do setor produtivo e outras lideranças.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.