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Creas e Caps fazem abordagem social a pessoas em situação de rua

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Das 14 abordadas, uma deu o “sim” para escrever um novo capítulo na própria história

“Oi! Tudo bem? Nós estamos aqui para oferecer ajuda!”. Esta frase foi repetida muitas vezes, na manhã desta terça-feira (30 de setembro), quando equipes de Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas) e do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) fizeram abordagens a pessoas em situação de rua na Praça da Juventude.

Das 14 pessoas abordadas, uma delas disse “sim” e topou um tratamento, bem como aceitou o acolhimento para sair da rua, ir para uma casa de passagem, conseguir um emprego e se tornar protagonista da própria história. “Estamos sempre disponíveis para acolher estas pessoas e ajuda-las a seguir um novo rumo na vida, com foco na autonomia, na empregabilidade e, quando for o caso, no tratamento para dependência, principalmente a alcoólica”, afirma a coordenadora do Creas, Leliane Natali.

Os profissionais do Caps também puderam orientar sobre os serviços disponíveis na unidade, que funciona de “portas abertas”, sem a necessidade de agendamento ou encaminhamento, sobre autocuidado e a necessidade de adesão ao tratamento da dependência química.

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“Esse trabalho conjunto busca garantir acolhimento, escuta qualificada e acesso ao tratamento, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, redução de riscos e ampliação das oportunidades de inclusão social”, relata a psicóloga Eduarda Mariani, que participou da iniciativa.

Mas é só durante as abordagens sociais que estes trabalhos são ofertados? Não! Tocou seu coração ver alguém na rua, pedindo esmola para comprar comida? “A melhor opção, nestas situações, é acionar o Creas, de forma a realmente ajudar esta pessoa a viver em condições adequadas de higiene, saúde e bem-estar, permitindo que possa abandonar o vício (quando for o caso), conseguir um emprego e tocar a vida, reatando laços familiares ou criando novos laços que permitam viver com mais dignidade”, reforça Leliane.

Anote aí: o Creas pode ser acionado pelo 66 99637 7258, tanto por ligação quanto por mensagem via WhatsApp.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Queimar lixo no quintal é crime

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Restos vegetais devem ser acondicionados em sacos até a coleta de resíduos sólidos

Juntou as folhas do quintal, varreu a calçada? O que você faz com estes resíduos? Se você coloca fogo em um cantinho do quintal, além de poluir o meio ambiente, você está cometendo crime ambiental. Isso mesmo, não importa se é “só as folhas do pé de manga”.

Colocar fogo é crime, gera multa, prejudica a saúde, pode causar incêndios sem controle por conta do tempo seco, e nunca, nunca deve ser escolhida como a melhor opção na hora de dar um destino para os resíduos de jardinagem. A prática pode ser enquadrada no artigo 54 da Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais) que criminaliza a conduta que pode causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora.

A alternativa correta, tanto para o meio ambiente, quanto para você e seus vizinhos, que não merecem a fumaça da fogueira, é acondicionar as folhas e galhos em sacos e aguardar a coleta de resíduos sólidos, que passa a cada dois meses – mais ou menos – em cada um dos oito setores em que a cidade foi dividida.

Nesta semana, as equipes da coleta de resíduos sólidos estão atuando no Setor 5, e na próxima semana, seguem para o Setor 6. Complicou? Não sabe em qual setor está o bairro onde você mora? É só clicar aqui e baixar o calendário da Coleta de Resíduos Sólidos, que está disponível no site da Prefeitura.

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Arquivo digital

Ah, mas toda vez que você precisar conferir o dia da coleta vai ser necessário acessar o site da Prefeitura? Não. Você pode baixar o arquivo e deixar no seu celular, pode imprimir e afixar na geladeira ou colocar naquela gaveta onde “quase sempre” você acha de “quase tudo”.

Para contribuir neste movimento “menos papel, menos consumo, resíduos descartados no lugar certo e muita reciclagem”, vale também ajudar a propagar essa ideia, avisar a vizinhança no grupão do zap, dar um apoio para quem não tem tanta intimidade com a tecnologia e reforçar que, para garantir um mundo habitável para as gerações futuras, todo mundo precisa contribuir… e, nesta situação, você é todo mundo sim.

Para não haver dúvida sobre o que pode e o que não pode ser destinado na coleta de resíduos volumosos, preste atenção:

O que é recolhido?

Com a coleta de resíduos volumosos, a Prefeitura recolhe móveis e eletrodomésticos velhos e inservíveis; assim como restos da limpeza de jardins (folhas e restos vegetais que podem servir como criadouro de insetos e animais peçonhentos, como a grama quando é cortada).

O que não é coletado?

Galhos maiores, resultado de podas, devem ser levados pelo próprio morador até o Depósito Municipal de Entulhos (DME). Restos de construção civil também não são coletados em casa e devem ser recolhidos por empresas especializadas nesta coleta. Se for pouco volume, o próprio morador pode levar os resíduos de construção ao DME, que funciona todos os dias da semana (inclusive aos fins de semana), das 6h às 18h.

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Resíduos industriais não são recolhidos de forma alguma e devem ter uma destinação específica.

Confira aqui como funciona cada coleta:

Tá confundindo as coletas? Estas informações aqui podem te ajudar:

Coleta de Resíduos Volumosos: É esta do calendário. Nesta modalidade, feita, mais ou menos, a cada dois meses, de acordo com calendário específico, são retirados itens como eletrodomésticos velhos e inservíveis e os resíduos sólidos provenientes da limpeza de jardim.

Coleta Seletiva: É a coleta do que não é lixo e pode ter vida nova na indústria. São os chamados materiais recicláveis, como papel, papelão, plástico, alumínio (e outros metais), e isopor. Esta coleta é feita uma vez por semana, de acordo com calendário que está um tantinho mais abaixo.

Coleta de lixo doméstico: Esta é a coleta do lixo, que leva para o aterro sanitário os resíduos como restos de alimentos e dejetos.

Dúvidas

Tem dúvidas sobre as coletas? Acione o Eco Sorriso pelo 66 99603-7730. Outra opção é falar com a Sintra pelo 66 99690-1823.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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