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Vigilância Sanitária de Cuiabá atua no fechamento de clínica de estética por irregularidades

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Vigilância Sanitária Municipal, interditou nesta segunda-feira (22), pela terceira vez, uma clínica de estética localizada no bairro Jardim Petrópolis. A unidade é alvo de uma operação desencadeada pela Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) da Polícia Judiciária Civil (PJC).

Segundo a coordenadora da Vigilância Sanitária, Marilena Aburad de França Nunes, a ação foi motivada pelo retorno à clínica para averiguar uma denúncia anterior. No local, os fiscais encontraram um armário e uma gaveta com fundos falsos, onde estavam escondidos cilindros de ozônio e equipamentos utilizados de forma irregular em procedimentos estéticos.

“A denúncia era realmente procedente. Dentro de um armário com fundo falso foram encontrados um aparelho sem autorização para uso, medicamentos e tubos com sangue empregados em procedimentos de Plasma Rico em Plaquetas (PRP). Identificamos uma série de irregularidades. A proprietária responderá tanto administrativamente, pela Vigilância, quanto criminalmente, pela Decon”, afirmou Marilena.

De acordo com a Polícia Civil, também foram apreendidos um frasco de Benzetacil e uma caixa com 100 unidades do antibiótico Ceftriaxona, das quais 84 ainda estavam lacradas. A suspeita é de que a fisioterapeuta responsável pela clínica aplicava antibióticos diretamente em pacientes, prática restrita exclusivamente a médicos.

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Diante das evidências, a Vigilância Sanitária determinou a interdição total da clínica e realiza um levantamento detalhado de todas as infrações para aplicação de multa. Por se tratar de um caso reincidente, os valores das penalidades deverão ser dobrados. O responsável terá um prazo de 15 dias para apresentar defesa.

O caso segue sob investigação da Delegacia do Consumidor, e a proprietária será intimada novamente para prestar depoimento no inquérito que apura o crime de exercício ilegal da medicina.

Como denunciar

Consumidores que desejarem denunciar clínicas que realizem procedimentos invasivos sem autorização ou com profissionais não habilitados podem registrar queixa pessoalmente na sede da Vigilância Sanitária, localizada na Avenida Mário Palma (s/n), bairro Ribeirão do Lipa, ou pelo e-mail [email protected] ou [email protected].

Também é possível registrar boletim de ocorrência em qualquer delegacia do Estado ou pela Delegacia Digital: delegaciadigital.pjc.mt.gov.br. Denúncias anônimas podem ser feitas pelo telefone 197 da Polícia Civil.

#PraCegoVer

A imagem principal mostra a ação conjunta na clínica de estética localizada no bairro Jardim Petrópolis.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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