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Justiça Eleitoral fortalece controles e gestão de riscos de auxílio-alimentação

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) deu mais um passo importante para fortalecer a governança e a transparência na gestão. Em reunião realizada nesta segunda-feira (15.09), o grupo de trabalho responsável pelo projeto de mapeamento de processos e gestão de riscos relacionados ao auxílio-alimentação deu continuidade às atividades iniciadas na última semana. 

 

A iniciativa é conduzida pela Assistência de Processos Organizacionais (APO), vinculada à Assessoria de Gestão Estratégica (AGE), em parceria com a Assessoria de Gestão e Governança de Pessoas (AGSGP). Também participam servidores(as) da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP), em especial da Coordenadoria de Assistência à Saúde e da Seção de Benefícios. 

 

O objetivo do projeto é revisar e aperfeiçoar os procedimentos ligados à concessão, manutenção, pagamento e eventual suspensão do auxílio-alimentação. A proposta busca assegurar mais clareza, eficiência, rastreabilidade e segurança jurídica nos processos, atendendo também às recomendações do Alerta nº 01/2024 da Coordenadoria de Auditoria Interna (COAUD), que identificou oportunidades de aprimoramento nos controles internos e operacionais do benefício. 

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Na etapa realizada em 10 de setembro, os participantes preencheram o Diagrama de Escopo, consolidando informações sobre missão do processo, normas aplicáveis, sistemas envolvidos, atores institucionais e documentos de entrada e saída. Em seguida, teve início o mapeamento dos dois primeiros subprocessos: concessão do auxílio-alimentação e gerenciamento dos pagamentos mensais, já com a identificação de riscos operacionais associados. 

 

O trabalho está alinhado à Política de Gestão de Riscos do TRE-MT (Resolução nº 2676/2022) e ao Planejamento Estratégico da instituição. Segundo a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, a medida reforça o compromisso da Justiça Eleitoral com a integridade, a eficiência e a excelência na administração pública. “Temos buscado constantemente aperfeiçoar os processos internos, não apenas para atender a recomendações de auditoria, mas, sobretudo, para garantir mais transparência, segurança e eficiência na aplicação dos recursos públicos. Esse projeto é um exemplo concreto de como o planejamento estratégico e a gestão de riscos podem contribuir para fortalecer a governança institucional e valorizar servidores que atuam diariamente em prol da sociedade”. 

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O assistente de Processos Organizacionais da Assessoria de Gestão Estratégica, Gabriel Soares dos Santos, explicou que o foco é mapear cada etapa do processo de concessão e pagamento do auxílio-alimentação. “Assim, será possível identificar riscos e propor melhorias que tornem o trabalho mais transparente e confiável. A participação colaborativa das áreas envolvidas tem sido essencial para levantar informações, alinhar procedimentos e construir soluções que tragam mais eficiência e segurança jurídica para a instituição”. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra um grupo de pessoas reunidas em torno de uma mesa de reuniões. Elas acompanham uma apresentação exibida em uma tela de TV na parede, que exibe um gráfico ou tabela. A cena transmite um ambiente de trabalho colaborativo e discussão técnica. 

Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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