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Recursos do Bapre beneficiam Guarda Municipal de Várzea Grande

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A Guarda Municipal de Várzea Grande foi contemplada com recursos do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Banco de Projetos, Fundos e Entidades (Bapre). Os valores, oriundos de Acordos de Não Persecução Penal (ANPP) e de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), já possibilitaram a aquisição de seis motocicletas que irão atender o projeto Moto Patrulhamento Ambiental. Ao todo, serão sete veículos.
A iniciativa para implementação da primeira guarda municipal motorizada do Estado foi desenvolvida em parceria com o Conselho Comunitário de Segurança de Várzea Grande e tem como objetivo intensificar a atuação preventiva e ostensiva no combate a crimes ambientais, com foco na fiscalização de espaços públicos.
Para a promotora de Justiça Michelle de Miranda Rezende Villela, da 4ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande – Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística, a criação da patrulha representa um avanço na aproximação entre poder público e comunidade. “A patrulha urbana é importante para aproximar a fiscalização da comunidade, trazendo mais proteção, prevenção e resultados concretos no combate aos crimes ambientais”, afirmou.
O comandante da Guarda Municipal, Juliano Cesar Bezerra Lemos, destacou que a medida busca fortalecer a organização urbana e a sustentabilidade. “Queremos uma Várzea Grande mais limpa, verde e em conformidade com a legislação”, disse.
Já o secretário municipal de Defesa Social, Louriney dos Santos Silva, ressaltou que as motocicletas serão ferramentas fundamentais para garantir resposta rápida em casos de crimes ambientais.

O presidente da Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública de Mato Grosso (Feconseg-MT), Danilo Moraes, também elogiou a ação. “A Guarda Municipal de Várzea Grande é histórica, pois foi a primeira criada no estado. Medidas como essa ampliam a cobertura fiscalizatória e fortalecem o enfrentamento à criminalidade”, avaliou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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VG se compromete a regularizar contratações na Saúde e na Educação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande firmou, nesta terça-feira (14), dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com o Município para garantir o respeito à ordem de classificação dos processos seletivos simplificados das secretarias municipais de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Saúde, além de promover a regularização de contratações temporárias realizadas em desacordo com os critérios dos certames. Os acordos foram assinados pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, pela prefeita Flávia Petersen Moretti, pelas secretárias Maria Fernanda Figueiredo e Valéria Aparecida Nogueira, e pelo procurador-geral do Município, Maurício Magalhães Faria Neto.Os acordos foram celebrados no âmbito de inquéritos civis instaurados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) após a identificação de indícios de contratações temporárias sem observância da ordem classificatória dos processos seletivos, bem como da manutenção de vínculos considerados irregulares. As medidas buscam corrigir as inconsistências apuradas, assegurar a convocação dos candidatos aprovados conforme a classificação obtida nos certames e fortalecer os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade na administração pública.Na área da Educação, a investigação apontou possível preterição de candidatos aprovados em processo seletivo, além da contratação de servidores sem submissão ao certame e falhas na transparência das informações relacionadas ao seletivo. Já na Saúde, o inquérito apurou a existência de contratações de servidores sem prévia participação em processo seletivo, bem como a atuação de profissionais com classificação posterior à última convocação, em possível desrespeito à ordem classificatória e aos direitos dos candidatos aprovados. Conforme os TACs, o município e as secretarias assumiram o compromisso de observar rigorosamente a ordem de classificação dos candidatos aprovados, abstendo-se de realizar contratações, admissões, prorrogações ou manutenção de vínculos temporários em desacordo com os resultados homologados dos seletivos. Também deverão promover o levantamento dos contratos temporários existentes, rescindir aqueles considerados irregulares e substituir os contratados por candidatos regularmente classificados. Os compromissários terão prazo de até 180 dias para cumprir as principais obrigações previstas nos acordos e apresentar a comprovação documental ao Ministério Público. Entre as medidas estabelecidas está ainda a ampliação da transparência, com a divulgação permanente e atualizada de informações sobre convocações, admissões, desistências, eliminações e reclassificações decorrentes dos processos seletivos. Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, os acordos têm como objetivo garantir o respeito aos princípios constitucionais da administração pública, especialmente a legalidade, a impessoalidade e a moralidade, assegurando que as vagas sejam preenchidas conforme a classificação obtida pelos candidatos nos processos seletivos. Os acordos também visam pôr fim às contratações irregulares identificadas durante as investigações e garantir igualdade de oportunidades aos participantes dos certames. Conforme os acordos, o descumprimento das obrigações resultará na aplicação de multa diária de R$ 5 mil, além da adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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