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CNA consolida contribuições sobre transporte de equídeos em consulta pública do Mapa

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A Comissão Nacional de Equideocultura da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu para consolidar as contribuições do setor em resposta à consulta pública do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) sobre duas portarias que regulamentam o transporte de equídeos.

O objetivo é orientar a elaboração das Portarias nº 1.280/2025 e nº 1.295/2025, que estabelecem normas e procedimentos para garantir a proteção e o bem-estar dos animais durante o transporte.

Principais pontos discutidos

Durante o encontro, a assessora técnica em Sanidade Animal da CNA, Kalinka Koza, destacou os principais temas da proposição:

  • Criação das funções de agente transportador, condutor e assistente de bem-estar animal;
  • Capacitação e treinamento obrigatórios, realizados pelos órgãos estaduais, para exercer essas funções;
  • Garantia de que todas as contribuições do setor sejam compiladas e encaminhadas ao Mapa.

Kalinka reforçou a importância de um transporte mais seguro e responsável, alinhado às normas de bem-estar animal e à sustentabilidade do setor.

Levantamento de dados do agronegócio do cavalo

Outro ponto da pauta foi a apresentação do acompanhamento do levantamento de dados setoriais para o Estudo do Complexo do Agronegócio do Cavalo.

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O estudo será realizado em diversas regiões do país, com visitas programadas para:

  • Pernambuco: 27/8
  • São Paulo: 28/8
  • Bahia: 29/8
  • Mato Grosso: 29/8
  • Rio de Janeiro: 1/9
  • Minas Gerais: 3/9
  • Distrito Federal: 10/9
  • Paraná: 11/9
  • Tocantins: 15/9

O levantamento busca mapear a cadeia produtiva do setor, subsidiando políticas públicas e fortalecendo o agronegócio ligado aos equídeos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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