Várzea Grande

Educação municipal e diretoria do Sintep/VG avançam em diálogo sobre pautas salariais

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Pela primeira vez na história, a nova gestão municipal tem estreitado as relações com a entidade sindical e avanços já foram efetivados ainda no primeiro semestre da administração Flávia Moretti/Tião da Zaeli

A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer de Várzea Grande (SMECEL) recebeu ontem (2), representantes da diretoria do Sindicato dos trabalhadores da Educação de Várzea Grande (Sintep/VG), para uma primeira reunião com o secretário Igor Cunha e sua equipe de gestão.

Neste primeiro encontro da diretoria do sindicato com o secretário de Educação foram discutidos vários pontos referentes à pauta salarial dos profissionais para o ano de 2025. De acordo com o presidente do Sintep/VG, Juscelino Dias de Moura, pela primeira vez na história, a nova gestão municipal tem estreitado as relações com a entidade e avanços já foram efetivados ainda no primeiro semestre da administração Flávia Moretti/Tião da Zaeli, marcando um avanço na relação entre o sindicato e a gestão municipal.

“Com um diálogo sem reservas proposto pelo Sindicato e aceito pela nova gestão municipal, foi possível, logo no início das conversações, garantir o respeito e a aplicação da legislação, pelo cumprimento do Art. 69, 70 e 75 da Lei Municipal 3.797/12 (PCCS) dos Profissionais da Educação de VG, do Art. 212-A da C.F., bem como a Lei Federal nº 11.738/08, que estabeleceu o pagamento da recomposição do Piso Salarial Nacional/2025 de 6,27%, no mês de janeiro deste ano para todos os profissionais da educação, ativos e aposentados, efetivos e contratados e isso foi uma conquista significativa para a categoria”, comemorou o secretário.

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Na reunião, foram discutidas estratégias para viabilizar os outros pontos da pauta salarial como: o pagamento dos déficits acumulados, o planejamento da recuperação do ganho salarial dos TAEs, TDEs e TSAEs, o pagamento das sobras do Fundeb como abono salarial, o pagamento de hora/atividade para efetivos e contratados e a realização de concurso público, entre outros.

Ao final da reunião, o secretário Igor Cunha agradeceu a presença dos representantes e parabenizou o trabalho da diretoria do Sintep/VG pela disposição e pela busca do diálogo com a gestão municipal. Cunha destacou que é através da participação ativa de todos os atores da Educação que será possível o avanço e conquistas para os profissionais dentro da realidade da administração pública.

No encerramento, também foram agendadas novas reuniões com os representantes da Educação e do sindicato para o avanço das tratativas das pautas e reivindicações dos trabalhadores da educação da rede municipal.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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