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Bioestimulante Blackjak® da Sipcam Nichino eleva produtividade e saúde dos pomares de citros

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A Sipcam Nichino, pioneira na introdução de bioestimulantes no Brasil, tem consolidado sua plataforma de produtos voltados para o manejo tecnológico da citricultura. Estudos conduzidos pela equipe técnica da empresa demonstram que o uso do bioestimulante Blackjak®, composto por ácidos húmicos, fúlvicos e micronutrientes, trouxe ganhos significativos em áreas de laranja onde foi aplicado.

Resultados positivos em produtividade e sanidade

Segundo Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo e coordenador de marketing de especialidades da Sipcam Nichino, o produto proporciona desenvolvimento vegetativo superior, aumento da capacidade fotossintética e melhor fixação de flores e frutos. “Os testes mostraram que frutos colhidos em áreas tratadas com Blackjak® são mais robustos e saudáveis em comparação com áreas não-bioestimuladas”, destaca.

Tecnologia que reduz estresse e melhora eficiência

De acordo com a companhia, Blackjak® é rapidamente absorvido pelas plantas mesmo em baixas doses, ajudando a reduzir o estresse causado por condições climáticas adversas. O produto também ativa os sistemas de defesa natural das plantas e aumenta a absorção de nutrientes e água, resultando em maior produtividade e rentabilidade para os produtores.

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Perspectivas de adoção pelo setor

Palazim acredita que os bioestimulantes tendem a se consolidar como parte integrante das estratégias de manejo do citricultor. “O uso correto da tecnologia oferece ganhos reais, com relação custo-benefício favorável, e contribui para uma produção mais eficiente e sustentável”, afirma o especialista.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

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