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Prefeitura de Cuiabá realiza 47 atendimentos em espaços esportivos

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, realizou no mês de julho 47 atendimentos em espaços esportivos distribuídos por todas as regiões da capital. A ação contou com o apoio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) e da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, garantindo a manutenção e revitalização de miniestádios, campos, praças esportivas e ginásios.

Entre os serviços executados estão corte e tratamento de gramados, limpeza externa, roçagem, capinagem, varrição, pintura de meio-fio e instalação de redes de proteção em quadras. No período, foram realizados 23 cortes de grama, 19 ações de limpeza externa e uma instalação de redes de proteção, totalizando 43 ações diretas, além de manutenções complementares.

De acordo com a Secretaria, a meta é assegurar que a população tenha acesso a ambientes esportivos mais seguros e estruturados, incentivando a prática de atividades físicas e o lazer comunitário.

Os espaços atendidos em julho foram: Miniestádio Prossol (ROTAM); Área de Lazer e Esporte São Carlos; Miniestádio Jardim Paulista; Campo da Videira (Morada da Serra); Miniestádio Planalto; Campo Chácara dos Pinheiros; Campo do Araés; Miniestádio Mãe Santa; Miniestádio Santa Isabel; Miniestádio Bela Vista; Campo São Benedito; Campo Itapajé; Miniestádio Pedregal; Campo Jardim Mariana; Praça e Ginásio Planalto; Praça Esportiva Pedregal; Campo São Gonçalo Beira Rio; Miniestádio Praeirinho; Miniestádio Gerson Lopes (Cophéma); Praça e Campo Esportivo Araés; Miniestádio Pedra 90; Ginásio Novo Terceiro; Campo Voluntários da Pátria (Pedra 90); Miniestádio CPA I; Miniestádio CPA III; Quadra Poliesportiva Novo Terceiro; Miniestádio Residencial Coxipó; Miniestádio CPA IV; Miniestádio Morada do Ouro; Miniestádio CPA II; Miniestádio 1º de Março; Miniestádio Jardim Vitória; Ginásio do Verdinho (CPA I); Miniestádio Santa Laura; Miniestádio 1º de Março (segunda ação); Ginásio Lixeira; Miniestádio Tijucal; Miniestádio Osmar Cabral; Miniestádio Arena Paraíso (Novo Paraíso).

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Outro destaque foi o atendimento aos ginásios poliesportivos do Verdinho (CPA I), Santa Laura, Lixeira e Tijucal, que receberam serviços de zeladoria e limpeza. Já no Miniestádio Osmar Cabral, foi realizada a instalação de redes de proteção, reforçando a segurança para atletas e frequentadores.

“As ações fazem parte do compromisso da gestão em garantir que os espaços esportivos estejam sempre prontos para atender a comunidade, promovendo qualidade de vida e integração social”, destacou o secretário de Esportes e Lazer, Jefferson Neves.

#PraCegoVer

A imagem mostra o campo de futebol do miniestádio no bairro CPA III.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Antimicrobianos na produção animal: Phibro esclarece debates regulatórios e reforça que não há proibição de moléculas no Brasil

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A recente discussão sobre possíveis restrições ao uso de antimicrobianos na produção animal tem gerado dúvidas entre produtores rurais, nutricionistas, médicos-veterinários e demais agentes da cadeia de proteína animal. O debate ganhou força após a divulgação de informações sobre solicitações encaminhadas ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) por entidades representativas do setor, envolvendo moléculas amplamente utilizadas nos sistemas produtivos brasileiros.

Diante do cenário, a Phibro Saúde Animal divulgou esclarecimentos técnicos para reforçar que, até o momento, não existe qualquer proibição generalizada de moléculas como monensina, lasalocida, narasina, salinomicina e virginiamicina no Brasil.

Debate está ligado a exigências de mercados internacionais

Segundo a empresa, as discussões regulatórias estão relacionadas principalmente aos protocolos sanitários exigidos por determinados mercados importadores, com destaque para a União Europeia e o Reino Unido.

A Phibro destaca que a legislação europeia não proíbe automaticamente essas moléculas. O foco das restrições está na finalidade de uso dos antimicrobianos, especialmente quando empregados como promotores de crescimento, melhoradores de desempenho ou ferramentas para aumento da produtividade em animais sadios.

Na prática, o debate regulatório não está centrado nos princípios ativos em si, mas sim na indicação zootécnica associada ao seu uso.

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Produtos seguem autorizados conforme registros vigentes

A empresa reforça que não houve, até o momento, publicação de nova regulamentação por parte do MAPA que altere as condições de uso de moléculas como monensina, lasalocida, narasina ou salinomicina.

Dessa forma:

  • Os produtos continuam podendo ser utilizados conforme os registros e indicações aprovados;
  • Não existe proibição automática dessas tecnologias;
  • Eventuais mudanças dependerão de manifestação oficial e publicação dos órgãos reguladores competentes.

A Phibro alerta que não é correto afirmar que a simples utilização dessas moléculas inviabilize a comercialização de animais ou produtos destinados ao mercado.

Finalidade de uso é o principal critério regulatório

Um dos pontos centrais destacados pela empresa é que uma mesma molécula pode possuir diferentes indicações aprovadas pelos órgãos reguladores.

Dependendo do produto e do registro concedido, o princípio ativo pode ser utilizado para:

  • Controle, prevenção ou tratamento de enfermidades específicas;
  • Controle da coccidiose, condição que impacta diretamente a saúde e o bem-estar animal;
  • Melhoria do desempenho produtivo de animais sadios.

Por esse motivo, a avaliação regulatória considera a finalidade do uso e as indicações aprovadas para cada produto, e não apenas a presença da molécula na formulação.

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Virginiamicina passa por processo de transição regulatória

No caso da virginiamicina, a situação possui características específicas.

O MAPA publicou a Portaria SDA nº 1.617, de 24 de abril de 2026, estabelecendo a descontinuação do uso da molécula como melhorador de desempenho e definindo um período de transição para adequação do mercado.

Paralelamente, a Phibro informou que aguarda a conclusão do processo regulatório para ampliação do registro da virginiamicina para uso terapêutico.

Caso a autorização seja concedida, a molécula poderá continuar sendo utilizada sob prescrição e acompanhamento de médico-veterinário para ações de prevenção e controle de enfermidades, preservando uma ferramenta considerada importante para a saúde animal, o bem-estar dos rebanhos e a eficiência produtiva.

Empresa defende informação baseada em ciência

A Phibro informou que acompanha de forma permanente a evolução das discussões junto aos órgãos reguladores e às entidades representativas da cadeia pecuária.

Segundo a companhia, o compromisso é manter produtores, técnicos e parceiros atualizados com informações fundamentadas em evidências científicas e alinhadas às regulamentações vigentes, contribuindo para decisões mais seguras e para a adequação dos sistemas produtivos às exigências dos mercados nacionais e internacionais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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