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Pavimentação avança no Parque Cuiabá e beneficiam 4 mil moradores

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, avança com o cronograma de pavimentação no bairro Parque Cuiabá. Iniciados na segunda quinzena de julho, os trabalhos já estão em fase de finalização e contemplam cinco importantes vias da região: Rua B, Avenida UM, Avenida V2 e Avenida Valter Gallucci.

Com investimentos que somam R$ 2.616.703,38, a obra prevê a pavimentação de aproximadamente 4 mil moradores beneficiados diretamente, além de um fluxo estimado de 3 mil veículos que passarão diariamente pelas vias contempladas.

Os serviços incluem a implantação de rede de drenagem de águas pluviais, terraplanagem e aplicação da capa asfáltica em CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), material reconhecido pela alta resistência e durabilidade. Atualmente, as equipes concentram esforços na instalação da sinalização viária horizontal e vertical. A previsão é de que a entrega total aconteça até setembro de 2025.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, o projeto atende uma demanda antiga da comunidade.

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“O Parque Cuiabá é um dos bairros mais populosos da nossa capital, e a pavimentação dessas vias representa mais mobilidade, mais segurança e qualidade de vida para os moradores. Estamos trabalhando para entregar um asfalto de excelência, que trará benefícios por muitos anos à população”, destacou.

O planejamento das obras foi elaborado pela equipe técnica da secretaria, considerando pontos estratégicos como volume de tráfego, acesso a escolas e unidades de saúde. A população também pode participar com sugestões e solicitações por meio do canal ZapObras, disponível no WhatsApp pelo número (65) 9 9216-0484.

Além do Parque Cuiabá, a Prefeitura executa frentes de pavimentação em outros bairros, como Altos da Serra II, Residencial Coxipó II e III Etapa, Jockey Club, Altos da Glória e na Avenida Contorno Leste.

#PraCegoVer

A imagem mostra um rolo compactador finalizando o serviço de pavimentação asfáltica nas ruas do bairro Parque Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja recua em Chicago com clima favorável nos EUA, pressiona preços no Brasil e aumenta atenção com armazenagem

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O mercado global da soja voltou a operar sob forte pressão nesta semana, com os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) atingindo os menores níveis dos últimos dois meses. O principal fator por trás do movimento é a combinação entre condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos, avanço acelerado do plantio e perspectivas de uma safra robusta, cenário que amplia a oferta global da commodity e reduz o apetite dos investidores.

A pressão internacional refletiu diretamente sobre o mercado brasileiro, provocando recuos em importantes praças de comercialização e elevando a preocupação dos agentes com a capacidade de armazenagem, especialmente em regiões que já começam a receber o milho safrinha.

Clima favorável fortalece expectativa de grande safra nos Estados Unidos

Os contratos futuros da soja encerraram a terça-feira em queda expressiva na Bolsa de Chicago. O vencimento julho fechou cotado a US$ 11,65 por bushel, com baixa de 1,31%, enquanto o contrato agosto recuou 1,35%, para US$ 11,69 por bushel.

O movimento foi impulsionado pelas previsões de chuvas regulares e temperaturas adequadas no Meio-Oeste americano, condições consideradas ideais para o desenvolvimento das lavouras.

Dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reforçaram o sentimento baixista. Segundo o órgão, o plantio da soja alcançou 87% da área prevista até o final de maio, superando os 83% registrados no mesmo período do ano passado e também a média dos últimos cinco anos, de 80%.

Além disso, 66% das lavouras foram classificadas como boas ou excelentes, percentual considerado positivo para esta fase inicial do ciclo produtivo.

O mercado também continua monitorando a demanda internacional. A menor procura chinesa pela soja norte-americana, somada à ampla oferta global disponível, contribuiu para intensificar as vendas técnicas e a liquidação de posições por fundos especulativos.

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Mercado físico brasileiro sente impacto das perdas externas

No Brasil, a desvalorização observada em Chicago foi rapidamente incorporada aos preços físicos da soja.

No Rio Grande do Sul, o Porto de Rio Grande recuou para R$ 130,00 por saca. No interior gaúcho, as cotações oscilaram entre R$ 123,00 e R$ 125,00 por saca. Apesar da conclusão da colheita em toda a área cultivada, o setor acompanha com atenção a chegada de uma massa de ar frio, que aumenta os riscos de condensação e problemas de conservação nos silos.

Em Santa Catarina, a colheita alcançou praticamente a totalidade da área plantada, enquanto o Porto de São Francisco do Sul também registrou referência próxima de R$ 130,00 por saca.

No Paraná, a safra foi encerrada com produção estimada em 21,78 milhões de toneladas, uma das maiores da história do estado. Entretanto, o avanço da colheita do milho safrinha já começa a gerar preocupação quanto à disponibilidade de espaço para armazenagem, especialmente em regiões com alta concentração de produção.

Em Mato Grosso do Sul, os preços permaneceram relativamente estáveis, mas os custos logísticos seguem elevados. Já em Mato Grosso, onde a colheita foi concluída, o mercado se prepara para o início do vazio sanitário da soja a partir de 8 de junho.

Dólar e recuperação técnica podem oferecer suporte às cotações

Apesar das perdas registradas na sessão anterior, a quarta-feira começou com sinal de recuperação em Chicago.

Os contratos futuros da soja operavam em alta de aproximadamente 0,57%, com o vencimento julho negociado próximo de US$ 11,72 por bushel. O movimento é interpretado pelo mercado como uma correção técnica após a forte queda observada recentemente.

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Outro fator de sustentação vem do mercado cambial. O dólar voltou a subir frente ao real, negociado acima de R$ 5,01, condição que tende a melhorar a competitividade das exportações brasileiras e oferecer suporte aos preços internos da oleaginosa.

Segundo analistas do mercado, essa combinação entre recuperação técnica em Chicago e valorização do dólar pode estimular novos negócios no curto prazo, embora a comercialização continue travada pela diferença entre os preços pretendidos pelos produtores e aqueles oferecidos pelos compradores.

Produtores seguem cautelosos nas negociações

A comercialização da soja no Brasil continua em ritmo moderado. Produtores permanecem resistentes a vender volumes maiores nos níveis atuais de preços, apostando em uma possível recuperação das cotações ao longo das próximas semanas.

Nas principais regiões produtoras, os negócios seguem pontuais e dependentes das oscilações do câmbio, do comportamento de Chicago e do avanço da demanda internacional.

Enquanto isso, o mercado acompanha atentamente o desenvolvimento da safra norte-americana, que deverá ser o principal direcionador dos preços globais da soja durante os próximos meses. Caso o clima continue colaborando nos Estados Unidos, a tendência é de manutenção da pressão sobre as cotações internacionais. Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou uma retomada mais forte da demanda chinesa podem alterar rapidamente o cenário e devolver sustentação ao mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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