Várzea Grande

Prefeitura oferece serviço funeral gratuito para famílias em situação de vulnerabilidade em Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, mantém o Serviço Funeral Municipal, criado para garantir apoio às famílias que não possuem condições de arcar com as despesas de um funeral.

O município conta com 13 cemitérios, sendo que 12 deles estão em pleno funcionamento, somente o do Parque do Lago ainda está interditado. Todos os locais estão limpos e organizados, com zeladores responsáveis para assegurar a conservação e a segurança dos espaços. O serviço abrange sepultamentos, concessão de jazigos e atendimento diário, das 7h às 17h, com plantão nos fins de semana e feriados.

Em situações que exigem fornecimento de urna funerária, a Prefeitura mantém convênio com a Funerária Santo Antônio, que disponibiliza desde modelos simples até caixões, garantindo dignidade e acolhimento às famílias em um momento de grande fragilidade.

Para emergências, o atendimento funciona 24 horas pelo telefone (65) 98476-6477. Este número deve ser utilizado principalmente quando o falecimento ocorre à noite, permitindo que a família receba assistência imediata até que, no dia seguinte, seja realizado o sepultamento. Já procedimentos como emissão e renovação de alvarás ou autorizações para sepultamento são feitos exclusivamente de forma presencial na Secretaria.

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O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Lucas Ribeiro Ductievicz, reforça, que “Nosso objetivo é garantir dignidade e amparo às famílias que enfrentam um momento tão difícil. Por isso, mantemos um atendimento funeral especialmente voltado a quem não tem condições financeiras de custear um sepultamento. Dispomos de um número funcional, 24 horas, para emergências — principalmente quando a morte ocorre à noite. Nestes casos, nossa funerária parceira fornece a urna, e no dia seguinte realizamos o sepultamento. É um trabalho essencial para que nenhuma família de Várzea Grande se sinta sozinha em um momento de dor”, disse Lucas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Livro sobre a história do bairro Cristo Rei é relançado em biblioteca municipal de Várzea Grande

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A comunidade do Grande Cristo Rei prestigiou, no último dia 20, o relançamento do livro “O Lendário Capão de Negro – A História do Bairro Cristo Rei”, de autoria do professor e ex-secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Odenil Seba. O evento, que integra o calendário comemorativo dos 159 anos de Várzea Grande, foi realizado na Biblioteca Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, no bairro Cristo Rei.

Lançado originalmente em maio de 2024, o livro é resultado de 30 anos de pesquisa sobre o Capão de Negro, área histórica e remanescente de quilombo urbano localizada no bairro Cristo Rei. A região remonta aos séculos XVIII e XIX, período em que escravizados fugitivos buscavam refúgio no grande capão de mata existente no local. Com o passar dos anos e a expansão urbana do município, a área passou por profundas transformações.

Ao longo das três décadas de pesquisa, o professor, historiador, músico e artista plástico Odenil Seba buscou não apenas resgatar a história do bairro, mas também preservar a memória das pessoas que viveram no Cristo Rei.

“Iniciei esse trabalho buscando informações sobre os negros escravizados que no Capão de Negro se refugiaram, fugindo da opressão dos seus senhores. Posteriormente, procurei resgatar histórias individuais de pessoas simples, lavradores que chegaram ao Capão de Negro nas décadas de 1930 e 1940”, declarou o autor.

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Segundo Odenil Seba, a obra também aborda a relação entre a presença religiosa dos padres salesianos no seminário construído por Dom Orlando Chaves, no Capão de Negro, e os reflexos dessa atuação junto à população local.

“Por fim, analiso as angústias, os sofrimentos e os novos rumos que a população do Capão de Negro passou a enfrentar após a intervenção do poder público com o loteamento, formando assim o atual bairro Cristo Rei e regiões adjacentes”, explicou.

Para a superintendente de Cultura da SMECEL, Everlucy Arruda, o relançamento da obra representa um importante reconhecimento da memória e da identidade cultural do município.

“Este momento representa muito mais que o relançamento de um livro. É a valorização da educação, da cultura e do conhecimento como ferramentas de transformação social. A parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e os autores locais fortalece exatamente isso: incentivar nossos escritores, preservar nossas raízes e aproximar a comunidade da leitura”, afirmou.

Ela destacou ainda a importância da realização do evento na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira.

“Realizar este evento na biblioteca torna tudo ainda mais especial, pois este espaço simboliza o acesso ao saber e à construção cultural do nosso município. Parabenizo o professor Odenil Seba por essa importante contribuição à literatura e à cultura regional. Que este livro alcance muitas pessoas e inspire novas gerações a conhecerem e valorizarem nossa história”, concluiu.

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Além de apresentações especiais do Coral Vesper, da Escola Estadual José Leite, o evento contou com a participação de moradores e lideranças locais, entre eles o padre Felisberto, a professora Ilza Santana Costa, filha de Dona Binoca, Maria Rosa de Carvalho e suas filhas, Estanislau Bispo, viúvo de Dona Áurea Brás, e seu filho Uilson Brás, a professora Tacília Soares, do movimento negro de Várzea Grande, Eliseu da Silva Xunxum, Manoel dos Santos, conhecido como “seo Manezinho”, além das freiras missionárias do Bom Jesus, irmã Luceny e irmã Queiróz, que atuaram no Capão de Negro nas décadas de 1960 e 1970, entre outras personalidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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