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Campanha de vacinação e cuidados com a saúde é sucesso no MPMT

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Centenas de integrantes do Ministério Público do Estado de Mato Grosso atenderam ao chamado do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena – e participaram da Campanha de Vacinação & Promoção da Saúde, realizada nesta sexta-feira (8), em Cuiabá. A recepção do Anexo II da Procuradoria-Geral de Justiça ficou lotada de membros, servidores, estagiários, residentes e colaboradores terceirizados em busca dos serviços de imunização, liberação miofascial, avaliação de bioimpedância, aferição de pressão arterial, medição de glicemia e teste oftalmológico.A ação, realizada em parceria com o Geap Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS), teve como objetivo incentivar o cuidado com a saúde e o bem-estar, oferecendo serviços gratuitos ao público interno da instituição. “Nós aproveitamos a semana do Dia Nacional da Saúde (5 de agosto) para lembrar os nossos integrantes sobre a importância do cuidado com a saúde. Cuidar de si é essencial para que possamos exercer nossas funções com qualidade, equilíbrio e responsabilidade. E ações como essa são fundamentais para fortalecer o bem-estar coletivo dentro da instituição”, afirmou a promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, coordenadora do Vida Plena.O serviço de vacinação foi o mais procurado. Cerca de 210 imunizantes foram aplicados. A servidora Marivalda Ferreira, do Centro de Apoio Administrativo (Caad) das Promotorias de Justiça da Capital, aproveitou para tomar a segunda dose da vacina de Hepatite B e também a de Difteria e Tétano (dT). “Ações como essa são fundamentais para que todos os servidores se atentem a cada vacina. É bom: você fica de bem com a vida, com o trabalho e não transmite doenças para ninguém”, apontou.Marco Antonio Carrasco, que atua na Procuradoria de Justiça Especializada em Defesa Ambiental e Ordem Urbanística, aproveitou para fazer avaliação de bioimpedância, liberação miofascial e vacinação. “Essa ação é muito importante para todos nós e faz com que nos sintamos valorizados. Além disso, serve para que prestemos mais atenção à nossa própria saúde, ao nosso bem-estar e ao nosso corpo também, porque, às vezes, pela correria do dia a dia, isso passa batido”, argumentou.Inara Andrade de Albuquerque, da Coordenadoria de Delegações (Cadel), também veio da sede das promotorias para participar da campanha. “Achei muito interessante, especialmente por causa da questão da vacina, que foi liberada agora para o público em geral, e mesmo assim alguns postos não têm. Tendo aqui no MP, pelo menos nós, servidores, já estaremos protegidos”, disse.Quem também veio em busca da vacinação foi o promotor de Justiça Henrique de Carvalho Pugliesi. “Achei uma ótima ideia. São serviços essenciais para toda a população, e tê-los no local de trabalho ajuda muito a equipe e a nós, promotores, especialmente diante dos desafios de logística e deslocamento. Por isso, reputo como uma excelente iniciativa”, avaliou.Da mesma forma, a servidora Amanda Silva, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), e o colaborador Jurandir de Lima Junior, do Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), destacaram a facilidade de ter os serviços ofertados no trabalho.“Além de nem todos os bairros serem contemplados com unidades de saúde, às vezes a demanda no serviço público é grande. Então, a gente não consegue parar e ir até a unidade básica para se vacinar e manter o cronograma completo, diferente de quando a vacinação está aqui. Estando aqui, é mais fácil a gente pensar: ‘Não, peraí, vou sair daqui rapidinho e vou ali'”, observou Amanda. “Facilita muito a nossa vida, já que normalmente trabalhamos o dia inteiro e não temos tempo de procurar atendimento de saúde. Então, quando o serviço está disponível aqui, fica bem mais fácil”, acrescentou Jurandir.Os serviços oferecidos pela SMS incluíram a aplicação das vacinas contra Influenza, Hepatite B, Difteria e Tétano (dT) e Febre Amarela. Já o Geap Saúde disponibilizou atendimentos de liberação miofascial, avaliação de bioimpedância, aferição de pressão arterial, medição de glicemia e teste oftalmológico.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 16 anos por tentativa de homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de Diamantino (a 184 km de Cuiabá) condenou Alisson Rodrigues dos Santos a 16 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, por tentativa de homicídio qualificado. A sentença foi proferida nesta quinta-feira (11).O Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria do crime, acolhendo as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.A promotora de Justiça Rhyzea Lucia Cavalcanti de Morais representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante o julgamento em plenário.O réu foi condenado por um crime cometido em 5 de dezembro de 2016. Na ocasião, ele invadiu a residência da vítima, Carlos Camargo, localizada no bairro Popino, em Diamantino. Conforme apurado nas investigações, a vítima dormia sozinha no imóvel quando foi surpreendida pelo agressor e por um comparsa não identificado.A vítima foi atingida por diversos golpes de arma branca, sofrendo lesões de extrema gravidade na região da cabeça, do tórax e dos membros. Em decorrência das agressões, houve a amputação traumática do punho e da mão esquerda do ofendido. Após a consumação dos ataques, os autores deixaram o local acreditando que a vítima já se encontrava morta, uma vez que havia perdido a consciência em razão da intensa violência empregada.Ainda de acordo com a denúncia, após recobrar os sentidos, a vítima conseguiu sair à rua para pedir socorro. Ela foi encaminhada para atendimento médico de urgência e permaneceu internada por aproximadamente três semanas em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).Na dosimetria da pena, foram considerados os maus antecedentes e a reincidência do réu, além das graves consequências do crime, que causaram debilidade permanente e incapacidade para o exercício das atividades habituais da vítima.A juíza presidente do Tribunal do Júri, Janaína Cristina de Almeida, negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou o cumprimento imediato da pena.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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