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Primeira-dama destaca projeto para ampliação do Programa Siminina

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A primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris, visitou, nesta segunda-feira (4), a unidade do Programa Siminina no bairro Três Barras. A unidade atende 127 meninas, sendo 62 no período da manhã e 65 à tarde.

Durante a visita, Samantha destacou a importância do programa para o desenvolvimento integral das meninas e anunciou que a gestão trabalha para ampliar o número de atendidas. Segundo ela, atualmente, mais de mil meninas participam do programa nas 16 unidades de Cuiabá, número que deve crescer com a reabertura das unidades dos bairros Pedra 90, Dr. Fábio, Jardim Fortaleza e Getúlio Vargas, desativadas durante a pandemia de Covid-19 e permanecem fechadas até hoje.

“A gente tem algumas unidades que foram fechadas no período da pandemia e permaneceram assim. Algumas já retomamos; outras, estamos estudando a reabertura. Também estamos mapeando bairros onde há demanda para implantar novas unidades”, explicou Samantha.

Além da retomada das atividades em locais já existentes, a primeira-dama destacou a criação da primeira unidade do Siminino, voltada ao atendimento de meninos em situação de vulnerabilidade.

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“Estamos trabalhando para abrir, ainda este ano, a primeira unidade do Siminino, para também atender os meninos. Essa é uma novidade e uma demanda que temos recebido em vários bairros”, pontuou.

Samantha também ressaltou que o programa Siminina vai além do contraturno escolar. Ele promove o desenvolvimento da autoestima, o autocuidado, a prevenção de abusos, o empreendedorismo e o fortalecimento do núcleo familiar.

“Nosso objetivo é que essas meninas cresçam seguras, em ambientes saudáveis, e que conheçam o seu valor. Contamos com psicólogos e pedagogos, e nossas monitoras têm uma atuação personalizada, observando caso a caso. Se identificam alguma necessidade mais profunda, encaminham para acompanhamento especializado”, detalhou.

Como se inscrever no Programa Siminina

O Programa Siminina funciona em 16 unidades localizadas nos bairros: Novo Paraíso II, Três Barras, CPA – Cras, Primeiro de Março, Tijucal – Cras, Chácara dos Pinheiros, Pascoal Ramos, Jardim Leblon, Jardim Renascer, Carumbé, Altos da Boa Vista, Santa Isabel, Distrito da Guia, Distrito do Sucuri, Capão do Gama e Novo Colorado – Cras.

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Para que uma menina seja atendida pelo programa, o primeiro passo é procurar a Secretaria Municipal de Assistência Social. A equipe fará o encaminhamento para a coordenadora do programa, Ivete Carneiro de Souza, que verificará a disponibilidade de vagas na unidade mais próxima da residência da família.

“Nosso foco é atender meninas em maior situação de vulnerabilidade social. Priorizamos essas famílias, mas tentamos eliminar o máximo de exigências para alcançar o maior número possível de meninas”, explicou Samantha.

#PraCegoVer

A imagem principal mostra a primeira-dama e vereadora de Cuiabá, Samantha Iris, a equipe e as Simininas da unidade Três Barras posando para a foto.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtos bovinos brasileiros podem ganhar mais espaço no mercado japonês

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Estabelecimentos brasileiros registrados no Serviço de Inspeção Federal (SIF) que produzem produtos bovinos processados têm até as 18h desta segunda-feira (31.08) para manifestar interesse em participar da auditoria sanitária que o Japão realizará no Brasil e que poderá ampliar o acesso de produtos bovinos processados ao mercado japonês. A iniciativa ocorre em meio ao esforço brasileiro para aumentar a presença da pecuária nacional em um dos mercados de carne mais exigentes e valorizados do mundo.

A chamada foi aberta pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para identificar estabelecimentos interessados e preparados para receber a missão japonesa. O trabalho será conduzido pelas autoridades sanitárias do Japão e deverá avaliar as condições brasileiras de produção e processamento.

A lista inclui produtos como carne bovina desidratada, conhecida internacionalmente como beef jerky, envoltórios bovinos submetidos a tratamento térmico e o chamado Prime Beef, produto elaborado a partir de colágeno bovino e extrato de carne.

O objetivo da auditoria é revisar o Programa de Verificação de Exportação (EVP, na sigla em inglês), conjunto de procedimentos que estabelece as condições que os estabelecimentos brasileiros precisam cumprir para vender determinados produtos ao Japão.

Na prática, uma avaliação favorável poderá permitir a inclusão de novos produtos e estabelecimentos brasileiros no comércio com o país asiático.

O prazo desta segunda-feira não significa, portanto, abertura automática do mercado. Ele representa uma etapa preparatória para a auditoria e para a negociação sanitária necessária antes da autorização das exportações.

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A movimentação ganha importância porque o Japão é fortemente dependente da importação de alimentos. Cerca de 60% das calorias consumidas pela população japonesa têm origem externa, ao mesmo tempo em que o país mantém padrões sanitários rigorosos para entrada de produtos agropecuários.

Na carne bovina, aproximadamente 70% do consumo japonês é abastecido por importações. Austrália e Estados Unidos estão entre os principais fornecedores, enquanto o Brasil ainda busca ampliar sua participação nesse mercado.

A abertura para a carne bovina brasileira in natura é uma negociação separada e muito mais ampla, que se arrasta há mais de duas décadas. Brasil e Japão decidiram acelerar as discussões e estabeleceram a realização de inspeções técnicas como uma das etapas necessárias para avançar na avaliação de risco.

Por isso, embora a auditoria relacionada ao prazo de segunda-feira seja destinada a produtos processados, o movimento ocorre dentro de uma aproximação sanitária e comercial mais abrangente entre os dois países.

Para a pecuária brasileira, conquistar espaço no Japão teria importância que vai além do volume vendido. O país asiático é considerado um mercado de elevado valor agregado e possui exigências sanitárias capazes de funcionar como referência para outros compradores.

A diversificação também ganhou importância neste segundo semestre. As exportações brasileiras de carne bovina chegaram a 1,97 milhão de toneladas entre janeiro e julho, crescimento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado, mas o setor enfrenta mudanças nas condições de acesso a alguns de seus principais destinos.

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Nesse cenário, ampliar o número de compradores reduz a dependência de poucos mercados e aumenta as alternativas comerciais dos frigoríficos. O efeito pode chegar ao pecuarista por meio de maior disputa pela matéria-prima e da valorização de animais que atendam às exigências dos destinos mais remuneradores.

A abertura de um mercado, entretanto, não termina com a autorização sanitária. Frigoríficos precisam cumprir requisitos específicos de produção, processamento, rastreabilidade e certificação para serem habilitados a exportar.

É justamente esse processo que começa agora para os produtos incluídos na chamada. Os estabelecimentos interessados devem encaminhar a documentação por meio do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do respectivo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sipoa), para que a manifestação chegue ao Mapa dentro do prazo.

Manifestações apresentadas depois das 18h desta segunda-feira não serão consideradas.

A auditoria japonesa será o passo seguinte. Se o resultado permitir a revisão das regras atuais, o Brasil poderá acrescentar novos produtos bovinos à pauta de exportações para o Japão enquanto continua negociando o objetivo de maior peso econômico para a pecuária nacional: a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira in natura.

Fonte: Pensar Agro

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