AGRONEGÓCIO

Servidores de Cuiabá poderão parcelar dívidas em até oito anos com juros menores

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Os servidores da Prefeitura de Cuiabá poderão renegociar dívidas originadas de empréstimos consignados no prazo máximo de oito anos.

As negociações poderão ser feitas diretamente com as instituições financeiras.

O mesmo prazo se aplicará aos novos empréstimos consignados, modalidade em que as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento com a anuência do servidor público.

As novas regras estão contidas no Decreto nº 11.178, assinado pelo prefeito Abilio Brunini e publicado na edição nº 1.168 da Gazeta Municipal.

Uma das regras fixadas é que o vencimento bruto do servidor só poderá ser comprometido em até 65%.

Esse percentual abrange a soma do desconto previdenciário, Imposto de Renda, plano de saúde, pensão alimentícia, dívida judicial e eventuais indenizações ou restituições aos cofres públicos.

O servidor público poderá solicitar uma margem adicional de 10% para renegociar dívidas de cartão de crédito e outros relacionados a empréstimos consignados.

A concessão desse percentual está condicionada à comprovação de redução de juros e do custo efetivo total do empréstimo a ser liquidado com a instituição financeira.

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“Estamos construindo um ambiente mais equilibrado, que oferece crédito com responsabilidade. Isso é valorização do servidor na prática”, afirma o secretário de Economia, Marcelo Bussiki.

Pelo decreto municipal, a Prefeitura de Cuiabá não procederá com a abertura de margem de consignados para empréstimos de cartão de crédito e cartão benefício de consignação.

Pautando-se pela transparência e legalidade, a Secretaria Municipal de Economia vai providenciar, no prazo de 90 dias, a abertura de um chamamento público para credenciamento dos bancos e cooperativas de crédito interessados em realizar transações financeiras com servidores públicos da Prefeitura de Cuiabá.

As exigências estão contidas no decreto municipal. No rol, está a autorização do Banco Central do Brasil para realizar operações financeiras.

#PraCegoVer

A foto ilustra o Palácio Alencastro, prédio da Prefeitura de Cuiabá, que tem predominância das cores verde e branca na fachada. É possível visualizar três veículos estacionados corretamente na calçada. Há também árvores com folhas verdes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Inflação segue acima da meta e aumenta pressão sobre custos de produção no agronegócio

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Mesmo com sinais de desaceleração em junho, a inflação brasileira continua distante da meta perseguida pelo Banco Central e permanece como um dos principais desafios para a economia. O resultado do IPCA-15 mostrou avanço de 0,41% no mês, abaixo das expectativas do mercado, mas o índice acumulado em 12 meses ainda alcança 4,8%, acima do teto da meta de inflação.

A leitura reforça a avaliação do Banco Central de que o processo de desinflação ocorre de forma gradual e ainda exige uma política monetária cautelosa.

Alimentos continuam pressionando o orçamento

O grupo Alimentação e Bebidas perdeu intensidade em relação aos meses anteriores, mas diversos produtos in natura continuam registrando altas expressivas.

Batata, tomate e hortaliças seguem entre os itens que mais pressionam o índice, refletindo fatores climáticos, oferta restrita e oscilações de mercado.

Para o agronegócio, esse cenário demonstra que eventos climáticos continuam influenciando diretamente a formação dos preços dos alimentos.

Energia também pesa na inflação

Outro fator de destaque foi o grupo Habitação, impulsionado principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial.

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A manutenção de custos elevados de energia afeta não apenas os consumidores urbanos, mas também produtores rurais, agroindústrias, sistemas de irrigação, armazenagem, beneficiamento e processamento de alimentos.

Serviços seguem resilientes

Além dos alimentos, o setor de serviços continua apresentando inflação persistente, reflexo do mercado de trabalho aquecido e do aumento da renda das famílias.

Esse comportamento dificulta uma redução mais acelerada da inflação, mantendo a necessidade de juros elevados por um período mais longo.

O que muda para o produtor rural

A inflação elevada impacta praticamente todas as cadeias produtivas do agronegócio.

Entre os principais reflexos estão:

  • aumento dos custos operacionais;
  • encarecimento dos insumos;
  • maior custo do crédito rural;
  • pressão sobre transporte e logística;
  • redução das margens em algumas atividades.

Ao mesmo tempo, produtores com maior eficiência operacional e planejamento financeiro tendem a enfrentar melhor um ambiente econômico marcado por custos elevados e maior volatilidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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