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Timpanismo e verminose impactam a rentabilidade do confinamento de bovinos e exigem manejo atento

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A troca do sistema extensivo para o intensivo na criação de bovinos requer atenção especial ao manejo sanitário. Segundo Antônio Coutinho, gerente nacional de marketing da Vetoquinol Saúde Animal, problemas como verminose e timpanismo podem comprometer significativamente a produtividade dos animais em confinamento.

Verminose prejudica desempenho e conversão alimentar

A presença de vermes nos bovinos é um fator que impacta diretamente no desempenho dos lotes, pois o parasitismo afeta a conversão alimentar.

Coutinho alerta que o tratamento anti-helmíntico deve ser realizado antes da entrada dos animais no confinamento, para evitar prejuízos. Ele destaca a seriedade do problema, que causa perdas anuais estimadas em cerca de R$ 40 bilhões para a pecuária brasileira.

Timpanismo: risco na transição alimentar

Outro desafio importante é o timpanismo — a distensão abdominal provocada pelo acúmulo excessivo de gases no sistema digestivo dos bovinos. Essa condição pode levar à morte dos animais, principalmente se não for identificada e tratada rapidamente.

O problema é comum na mudança brusca da alimentação do pasto para dietas de alta digestibilidade no confinamento. “O timpanismo evolui rapidamente e a equipe de manejo precisa estar sempre atenta para evitar perdas e prejuízos econômicos”, ressalta Coutinho.

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Soluções eficazes para vermes e timpanismo

Para o combate ao timpanismo, a Vetoquinol oferece o Ruminol VTQ®, um produto à base de simeticona, que é potente no alívio dos sintomas e não deixa resíduos na carne ou no leite dos animais.

No controle da verminose, os endectocidas Contratack Injetável Plus® e Bullmax® Premium são indicados, proporcionando alta produtividade, baixa carência e segurança alimentar para o consumidor final.

Benefícios para a produtividade e bem-estar animal

Antônio Coutinho reforça que essas soluções auxiliam os pecuaristas a enfrentar dois dos principais desafios do confinamento, promovendo a manutenção da saúde, o bem-estar dos bovinos e o aumento da produtividade.

O manejo adequado da verminose e do timpanismo é essencial para garantir a rentabilidade do confinamento de bovinos. Investir em tratamentos preventivos e produtos eficazes pode minimizar perdas, melhorar o desempenho dos lotes e assegurar a qualidade da proteína produzida para o mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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