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Aurora Coop investe mais de R$ 1,4 bilhão e fortalece compromisso com o bem-estar animal em toda a cadeia produtiva

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Reconhecida nacionalmente por sua atuação sustentável e ética, a Aurora Coop consolida seu protagonismo no bem-estar animal (BEA) com um investimento acumulado superior a R$ 1,4 bilhão. Os recursos foram destinados a melhorias nas cadeias produtivas de suinocultura, avicultura e bovinocultura de leite, promovendo avanços estruturais, tecnológicos e educativos em toda a operação da cooperativa.

Segundo o vice-presidente de agronegócios, Marcos Antonio Zordan, desde 2008 a empresa vem adotando práticas voltadas à dignidade e ao conforto dos animais em todas as etapas da produção, com foco contínuo na evolução dos processos e no respeito à vida animal.

Distribuição dos investimentos: foco na modernização industrial e logística

Entre os principais aportes estão:

  • R$ 890 milhões aplicados na indústria de abate de aves;
  • R$ 420 milhões destinados à indústria de suínos;
  • R$ 121 milhões investidos em modernização da frota, incluindo a aquisição de empilhadores automáticos para o transporte de aves, garantindo deslocamento mais seguro e menos estressante para os animais e para os trabalhadores envolvidos.
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Na bovinocultura de leite, os recursos têm sido direcionados à melhoria sanitária, ao conforto térmico e à implementação de tecnologias de monitoramento da saúde animal, elevando o padrão de cuidado nos sistemas produtivos.

Capacitação técnica amplia cultura de manejo responsável

A Aurora Coop também aposta na capacitação contínua de suas equipes. Apenas em 2024, mais de 3 mil pessoas foram treinadas — entre colaboradores, técnicos, produtores e prestadores de serviço — com um total superior a 8 mil horas de formação. Os cursos abrangem boas práticas de manejo, legislação vigente e estratégias de bem-estar animal, reforçando uma cultura de respeito e responsabilidade em toda a cadeia.

Certificações internacionais e fiscalização rigorosa

Para garantir a conformidade com os mais altos padrões, a cooperativa adota protocolos internacionais de certificação, como os da PAACO – NAMI (North American Meat Institute) e da NSF Brasil. A Aurora Coop mantém ainda auditorias internas frequentes e aplica uma política de Tolerância Zero a maus-tratos, com sistemas de notificação e penalidades para desvios de conduta.

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Novas metas reafirmam compromisso com o futuro

O vice-presidente Marcos Zordan ressalta que a Aurora Coop está comprometida com avanços contínuos. Entre os compromissos futuros estão:

  • A eliminação gradativa da identificação por mossa (método tradicional de marcação em bovinos) a partir de 2026;
  • A implantação, a partir de 2025, do sistema “Cobre e Solta” em novas instalações, que garante maior liberdade e conforto aos animais.

“Nosso foco está centrado no bem-estar, na sustentabilidade dos processos e na qualidade ética de nossos produtos”, afirma Zordan.

Com uma atuação pautada pela ética, inovação e respeito à vida, a Aurora Coop se consolida como referência no agronegócio brasileiro e reafirma seu papel como agente transformador na promoção de práticas sustentáveis e responsáveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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