AGRONEGÓCIO

DIA DO AGRICULTOR – De Norte a Sul, AMAGGI abre novas unidades e amplia atuação

A estratégia da maior empresa brasileira de grãos e fibras para expandir operações no Sul e Sudeste do país

Publicado em

Crédito: SOUL Propaganda

 Com uma trajetória de quase 50 anos e atuação em áreas de negócios que se complementam, a AMAGGI, maior empresa brasileira de grãos e fibras, celebra o Dia do Agricultor em ritmo de expansão. A companhia avança estrategicamente com as plataformas de originação de grãos e insumos para os estados de Minas Gerais, Goiás, Paraná e São Paulo, reforçando sua presença nacional e contribuindo ainda mais para o desenvolvimento do agronegócio.

Fundada em 1977, a AMAGGI atua em quatro áreas prioritárias: Agro, Commodites, Logística e Operações e Energia, cobrindo todas as etapas da cadeia produtiva do setor em que atua. Com sede em Cuiabá (MT), a empresa possui fazendas, armazéns, escritórios, fábricas, frota fluvial e rodoviária, terminais portuários e centrais hidrelétricas.

Com operações já bem consolidadas em Mato Grosso e no Norte do país, além de parcerias por meio de joint ventures em cidades e regiões estratégicas como Santos, Paranaguá, Tapajós e Matopiba, agora o foco da AMAGGI é intensificar os negócios em outros estados, em especial no Sul e Sudeste, com a presença de equipes altamente preparadas para atender os produtores rurais locais.

Leia Também:  Prefeitura de Cuiabá valoriza servidores com capacitação, pagamento da RGA e incentivos financeiros

“Abrimos essas unidades para levar aos agricultores as melhores soluções para a lavoura, antes do plantio, durante a produção e após a colheita. Entendemos as necessidades dos produtores, pois também somos produtores rurais e temos a oferecer o que há de melhor no mercado”, disse Marcelo Machado, diretor de Originação e Insumos.

A chegada da empresa em Minas Gerais já tem gerado impactos positivos. A produtora rural Cristiane Castro, de Uberlândia, destaca. “A minha avaliação é a melhor possível, porque além de ser um grande nome no mercado mundial, a AMAGGI trouxe novas oportunidades e frentes de trabalho para o produtor rural da nossa região”.

No Paraná, em 2025, a empresa arrematou um terminal portuário em Paranaguá, o que vai reforçar o escoamento dos grãos originados e produzidos pela companhia.

“A expansão da atuação da AMAGGI é planejada e conduzida de maneira sustentável, coordenada e estratégica, com estudos de mercado e mapeamento de oportunidades. Mantemos o foco na sinergia dos nossos investimentos e na busca constante pela excelência em gestão, contribuindo para a evolução do agronegócio brasileiro”, afirma Judiney Carvalho, CEO da AMAGGI.

Leia Também:  Mercados Globais em Alerta: Commodities em Queda e Volatilidade no Ibovespa Marcam Início de Fevereiro

 

Crédito: Acervo AMAGGI

A AMAGGI produz anualmente cerca de 1,3 milhão de toneladas de grãos e fibras, entre soja, milho e algodão. A companhia mantém uma base de relacionamento comercial com aproximadamente 6 mil produtores rurais e, em 2024, comercializou cerca de 19 milhões de toneladas de grãos e fibras em todo o mundo.

Além da presença física em todas as regiões do Brasil, a AMAGGI também investe em soluções digitais. A plataforma Amaggi On, que completa dois anos neste Dia do Agricultor, 28 de julho, é voltada para o e-commerce de grãos, sementes e insumos como defensivos agrícolas e fertilizantes. Ele conecta o agricultor à tecnologia, oferecendo mais agilidade e eficiência para o dia a dia do produtor rural.

Confira a homenagem da AMAGGI no Dia do Agricultor:

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Safra de milho safrinha 2026 inicia no Paraná com expectativa de alta produtividade e grãos de qualidade

Published

on

As primeiras áreas de milho safrinha 2026 começam a ser colhidas nas regiões de atuação da Cocari no Paraná, trazendo perspectivas positivas para os produtores. Municípios como Itambé e Marialva já iniciam os trabalhos de retirada dos grãos, com lavouras apresentando bom desenvolvimento, qualidade e potencial produtivo.

Apesar dos desafios enfrentados durante o ciclo, como períodos de estiagem, altas temperaturas, pressão de pragas e ocorrência de doenças foliares, as condições climáticas posteriores e o manejo técnico adequado contribuíram para preservar o desempenho das lavouras.

Chuvas favoreceram recuperação das lavouras

Nas regiões conhecidas como Paraná Alto e Paraná Baixo, o milho apresentou evolução satisfatória ao longo do desenvolvimento vegetativo e reprodutivo.

Após um início marcado por déficit hídrico e temperaturas elevadas, as chuvas passaram a ocorrer de forma mais regular, permitindo a recuperação das áreas e sustentando o potencial produtivo da cultura.

O resultado é um cenário otimista para os produtores, que agora acompanham o avanço das colheitas com expectativa de bons rendimentos por hectare.

Manejo foi decisivo para controlar lagarta-do-cartucho

De acordo com técnicos da Cocari, uma das principais preocupações da safra foi a elevada pressão da lagarta-do-cartucho, considerada uma das pragas mais importantes da cultura do milho.

As condições climáticas do início da temporada favoreceram a infestação, exigindo monitoramento constante e aplicações criteriosas de defensivos para garantir eficiência no controle.

Com a regularização das chuvas e o crescimento acelerado das plantas, houve uma nova onda de infestação em diversas áreas. Nesse cenário, o acompanhamento técnico e as vistorias frequentes foram fundamentais para definir o momento correto das intervenções e evitar perdas produtivas.

Leia Também:  Unemat e MEC dialogam sobre expansão de cursos superiores para comunidades indígenas
Doenças foliares exigiram atenção dos produtores

Outro desafio enfrentado durante a safra ocorreu no início de maio, quando o elevado volume de chuvas, associado à baixa incidência de luz solar, criou condições favoráveis ao desenvolvimento de doenças foliares.

Entre os principais problemas observados estiveram as manchas causadas por Bipolaris maydis e a cercosporiose, enfermidades capazes de comprometer o enchimento dos grãos e reduzir a produtividade.

Segundo os especialistas, os produtores que adotaram estratégias preventivas e seguiram as recomendações técnicas desde o início do ciclo obtiveram melhores resultados, com maior eficiência no controle fitossanitário e melhor conservação do potencial produtivo das lavouras.

Marialva registra cenário favorável para a colheita

Na região de Marialva, incluindo os distritos de Aquidaban e São Luiz, as perspectivas também são positivas.

As chuvas bem distribuídas ao longo do ciclo favoreceram o crescimento das plantas e o enchimento dos grãos. Além disso, a ausência de geadas e de outros eventos climáticos severos contribuiu para a manutenção das lavouras em boas condições.

As áreas apresentam bom vigor vegetativo, baixo índice de doenças e potencial elevado de produtividade, reforçando a expectativa de uma colheita acima da média.

Quebra de resistência da lagarta preocupa setor

Mesmo com o cenário favorável, técnicos observaram em algumas propriedades sinais de redução da eficiência de determinadas tecnologias Bt utilizadas no controle da lagarta-do-cartucho.

O fenômeno está relacionado ao processo de adaptação e quebra de resistência das populações da praga às proteínas inseticidas presentes em alguns híbridos.

A situação reforça a importância do monitoramento contínuo das lavouras, da adoção correta das áreas de refúgio e da integração de diferentes estratégias de manejo para preservar a eficácia das tecnologias disponíveis.

Leia Também:  Prefeitura de Cuiabá valoriza servidores com capacitação, pagamento da RGA e incentivos financeiros
Aquidaban terá colheita mais tardia

Na região de Aquidaban, a colheita ainda ocorre de forma pontual. As primeiras áreas foram colhidas no início de junho, mas a maior parte das lavouras deverá ser colhida nas próximas semanas.

O atraso está relacionado ao plantio realizado mais tarde nesta temporada. Ainda assim, a avaliação técnica aponta que a maioria das áreas apresenta bom potencial produtivo e perspectivas favoráveis para os produtores.

Campos Gerais concentram esforços nas culturas de inverno

Enquanto o milho safrinha entra em fase de colheita nas regiões Norte e Noroeste do Paraná, os produtores dos Campos Gerais mantêm o foco nas culturas de inverno.

Na região, o calendário agrícola prevê o plantio do milho apenas entre agosto e setembro. Neste momento, as atenções estão voltadas principalmente para o trigo, que inicia seu ciclo de desenvolvimento.

Safra caminha para resultados positivos

Com as primeiras colheitas confirmando boas produtividades e a maior parte das lavouras apresentando excelente potencial, a safra de milho safrinha 2026 nas regiões atendidas pela Cocari segue com perspectivas animadoras.

O desempenho observado até o momento reflete a combinação de condições climáticas favoráveis durante fases decisivas do ciclo, planejamento técnico, monitoramento constante e adoção de práticas de manejo que permitiram superar os desafios enfrentados ao longo da temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA