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Cáceres será o celeiro do divertimento, destaca Moretto em lançamento do Fipe 2025

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) esteve presente no lançamento do Festival Internacional de Pesca Esportiva de Cáceres (Fipe), nesta quinta-feira (17). A solenidade ocorreu na Casa do Daveron, em Cáceres, e contou com autoridades locais, patrocinadores, representantes de instituições, convidados e veículos de imprensa. Moretto apontou o apoio do Poder Legislativo para realização do evento.

“Cáceres vai ser o celeiro do divertimento, do lazer e entretenimento. Cinco dias de muita festa bonita. A festa é preparada para o Brasil e o mundo. A ALMT está apoiando o evento. É uma tradição e cultura de Mato Grosso e por isso estamos presentes. A prefeita Eliene Liberato tem prestígio com o Legislativo e o Executivo, então não seria diferente. É o desenvolvimento, a cultura, a fauna, as belezas e o Rio Paraguai que temos a ofertar. É uma vocação da cidade”, pontuou o deputado republicano.

O Fipe 2025 será realizado entre os dias 6 e 10 de agosto e promete atrair mais de 150 mil pessoas durante os seis dias de atividades. A programação inclui competições de pesca, eventos culturais, gastronomia, feiras temáticas e apresentações musicais gratuitas.

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“Cáceres jamais poderia ficar de fora. Este é um momento estratégico para fortalecer nossa imagem como destino turístico. Estamos às vésperas do nosso maior evento, o Fipe, e essa vitrine nos permite mostrar tudo o que temos de melhor e atrair ainda mais visitantes”, destacou a prefeita Eliene, no lançamento do Festival.

A deputada estadual Valdeniria Dutra (PSB), a secretária de Turismo e Cultura Alessandra Castilho (Republicanos), o ex-prefeito e ex-deputado estadual Tulio Fontes (PSB) e os vereadores Flávio Negação (MDB), Pacheco Cabeleireiro (PP), Rubens Macedo (União Brasil), Pastor Júnior (PL), Jorge Augusto (PP), Alex Leal (PP) e Isaías Bezerra também marcaram presença no dispositivo.

Programação

A abertura do festival, no dia 6 de agosto, será com apresentação gospel de Jefferson e Suellen, seguida pela cantora sertaneja Simone Mendes. No dia 7, o público curtirá o show de Gustavo Mioto e, em seguida, Matheuzinho Sucessinho. Na sexta (8), a noite começa ao som do grupo de pagode Kamisa 10 e segue com a dupla João Neto e Frederico. No sábado (9), terá rock nacional com RPM e muito forró com Os Barões da Pisadinha. Encerrando o festival, no domingo (10), Alecir e Alessandro sobem ao palco e a grande atração da noite será Ana Castela.

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Inovação e Tecnologia a Serviço do Festival

Uma das novidades desta edição é a “Dona Fia”, uma Inteligência Artificial desenvolvida pelo Centro de Inovação Redes Inteligentes e Soluções Criativas (Risc) da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), sob a coordenação do professor Robson de Melo. A simpática senhora cacerense virtual estará à disposição dos participantes para sanar dúvidas sobre o evento, incluindo as regras da competição de pesca.

A IA Dona Fia já pode ser acessada no site oficial do evento.

Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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