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Tecnologia de precisão do pulverizador Massey Ferguson MF 500R revoluciona a rentabilidade no campo

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Pulverização: operação estratégica para o sucesso agrícola

A pulverização é uma das tarefas mais frequentes no ciclo produtivo, impactando diretamente a saúde das plantas e os resultados da safra. Em um cenário de custos elevados, o uso racional de insumos por meio da tecnologia aplicada à pulverização deixa de ser apenas um diferencial e passa a ser essencial para garantir competitividade no campo.

Barra de pulverização híbrida tricomposta: leveza e resistência

Uma das principais novidades do MF 500R é a barra de pulverização com 42 metros, fabricada com uma estrutura inovadora que combina aço, alumínio e fibra de carbono. Essa composição reduz o peso da barra sem perder resistência, aumentando a durabilidade e facilitando a manutenção ao permitir a substituição apenas das placas de fibra de carbono danificadas.

João Dombroski, coordenador de marketing de produto da Massey Ferguson, destaca que essa barra híbrida possibilita reduzir em até 29% o número de passadas na lavoura, promovendo maior produtividade e menor compactação do solo.

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Sistema automático de nivelamento para aplicações uniformes

O MF 500R conta também com um sistema automático que ajusta a altura da barra mesmo em terrenos irregulares, garantindo aplicações mais precisas e evitando falhas e sobreposições que comprometem o desempenho dos defensivos. A tecnologia ajuda o operador a se concentrar na condução do equipamento, reduzindo a fadiga e podendo aumentar a produtividade em até cinco sacas por hectare ao final da safra.

OptiPulse®: pulverização pulsada com controle bico a bico

Outro avanço é o sistema OptiPulse®, que utiliza válvulas PWM para controlar cada bico de forma individual, evitando sobreposições e reduzindo a deriva. Esse controle preciso mantém o tamanho ideal das gotas e ajusta a dosagem em curvas, assegurando a uniformidade da aplicação mesmo com variações na velocidade do equipamento, o que pode gerar um ganho de até R$ 38,50 por hectare.

Injeção direta para maior eficiência e flexibilidade

O sistema de injeção direta do MF 500R mistura os defensivos diretamente na linha de aplicação, eliminando a necessidade de pré-mistura no tanque principal. Essa tecnologia evita incompatibilidades, reduz desperdícios e permite mudanças rápidas de produtos sem esvaziar o tanque, otimizando o tempo e aprimorando a gestão dos insumos.

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Tecnologias integradas para máxima performance

Além das novidades, o MF 500R incorpora tecnologias já consagradas, como a transmissão inteligente Smart Drive, o sistema de pulverização LiquidLogic®, os sistemas MF Guide e MF Connect, que garantem aplicação precisa no momento certo, redução de custos e maior sustentabilidade.

Compromisso com a produtividade, economia e sustentabilidade

“Nosso objetivo é entregar soluções que tornem as operações agrícolas mais produtivas, rentáveis e sustentáveis. Com as inovações do MF 500R, o produtor reduz custos com insumos e melhora a qualidade da aplicação, potencializando os resultados da lavoura”, afirma João Dombroski.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

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O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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