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Inteligência artificial revoluciona gestão da pecuária de corte com diagnóstico personalizado

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JetBov lança ferramenta baseada em IA para auxiliar pecuaristas

Com o propósito de tornar a gestão das fazendas de pecuária de corte mais eficiente, a JetBov, empresa especializada em tecnologia para o agronegócio, lançou o Diagnóstico de Maturidade em Pecuária 5.0. A ferramenta, que utiliza inteligência artificial, avalia o nível de desenvolvimento da propriedade e apresenta sugestões práticas para tornar a operação mais integrada, lucrativa e moderna.

Como funciona o diagnóstico?

A solução é baseada no Modelo de Maturidade para Pecuária 5.0, desenvolvido pela própria JetBov em fevereiro deste ano. A aplicação é simples: o produtor rural responde a um questionário online e, em poucos minutos, recebe uma análise detalhada da fazenda. O resultado é apresentado em formato de gráfico radar, contemplando áreas-chave como:

  • Automação
  • Conectividade
  • Capacitação da equipe
  • Gestão financeira
  • Governança
  • Sustentabilidade

O objetivo é fornecer uma visão clara sobre os pontos fortes e oportunidades de melhoria dentro da propriedade.

Ferramenta estratégica e personalizada

De acordo com o CEO da JetBov, Xisto Alves, o principal diferencial da ferramenta está na personalização do conteúdo e na interação contínua com o produtor. Após a conclusão do diagnóstico, a inteligência artificial permanece ativa como uma espécie de assistente virtual, pronta para esclarecer dúvidas, orientar na implementação das recomendações e acompanhar os próximos passos.

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“Essa ferramenta foi criada para apoiar o planejamento estratégico da fazenda. Ela oferece uma visão clara sobre as oportunidades de melhoria e indica, de forma estruturada, como aumentar o nível de maturidade da gestão”, afirma Xisto.

Tecnologia acessível para todos os perfis de produtor

Xisto destaca que a iniciativa foi pensada para atender produtores de diferentes perfis e tamanhos de propriedade. “Estamos vivendo uma nova era no campo. O produtor que adota ferramentas digitais sai na frente. Nosso papel é entregar soluções acessíveis, que ajudem a colocar isso em prática independentemente do tamanho da fazenda”, reforça.

Modelo de Maturidade: base técnica e adaptada à realidade do campo

O Modelo de Maturidade para Pecuária 5.0 que sustenta a ferramenta é inspirado no Capability Maturity Model Integration (CMMI), reconhecido internacionalmente como referência na avaliação de processos. Adaptado para o setor agropecuário brasileiro, o modelo reúne nove dimensões essenciais da gestão, com indicadores claros e aplicáveis à realidade das fazendas, desde as mais tradicionais até grandes operações tecnificadas.

“O modelo traduz a experiência de campo em um caminho prático para ajudar os pecuaristas a evoluírem na gestão da propriedade”, explica o CEO.

Informação como base para decisões estratégicas

A ferramenta da JetBov reforça a importância do uso de dados e informações confiáveis para orientar decisões no campo. “Hoje, dados são o novo petróleo da economia. Na pecuária, isso não é diferente. A inteligência artificial pode ser uma grande aliada do produtor, que não precisa mais tomar decisões no escuro. Um bom diagnóstico é o primeiro passo para uma gestão mais inteligente, sustentável e preparada para o futuro”, conclui Xisto Alves.

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Com essa inovação, a JetBov reforça seu compromisso com a digitalização da pecuária brasileira, promovendo soluções tecnológicas que aliam praticidade, personalização e impacto direto na produtividade das fazendas.

Diagnóstico de Maturidade em Pecuária 5.0

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tecnologia e química industrial garantem padrão e qualidade do chocolate mesmo com volatilidade do cacau

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Mercado do cacau volta a registrar superávit após anos de instabilidade

Após dois anos de forte oscilação no mercado internacional, a cadeia do cacau começa a dar sinais de recuperação. Segundo dados da Organização Internacional do Cacau (ICCO), o déficit registrado na safra 2023/24 foi revertido, com projeção de superávit de 48 mil toneladas na safra 2024/25.

A produção global deve alcançar cerca de cinco milhões de toneladas, indicando um cenário mais equilibrado, embora ainda sujeito a riscos climáticos e produtivos.

Produção segue em alta, mas setor ainda monitora riscos climáticos

Mesmo com a recuperação, o setor permanece atento a fatores estruturais que podem impactar a oferta global. De acordo com reportagem da Reuters, a Costa do Marfim — maior produtor mundial de cacau — projeta crescimento de 10,5% na safra 2025/26, com produção entre 2 e 2,1 milhões de toneladas.

Ainda assim, desafios como envelhecimento das lavouras, doenças e variações climáticas continuam no radar das principais regiões produtoras.

Preço do cacau atinge recorde histórico e reforça busca por eficiência

Nos últimos anos, o mercado também enfrentou forte pressão de preços. Dados da Trading Economics apontam que o cacau atingiu o recorde de US$ 12.906 por tonelada em dezembro de 2024.

Embora a cotação tenha recuado para cerca de US$ 3.800 por tonelada em junho deste ano, o histórico recente reforça a necessidade de maior eficiência industrial, redução de perdas e padronização de processos na cadeia de alimentos.

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Indústria brasileira amplia produção de chocolates

No Brasil, o setor mantém crescimento moderado. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (ABICAB) mostram que a produção nacional passou de 806 mil toneladas em 2024 para 814 mil toneladas em 2025.

O avanço reforça a importância de tecnologias industriais capazes de garantir regularidade na qualidade do produto final, mesmo com variações na matéria-prima.

Processos químicos garantem padronização do chocolate na indústria

Dentro desse cenário, processos industriais pouco visíveis ao consumidor ganham relevância estratégica. Segundo especialistas do setor, a qualidade do chocolate não depende apenas do cacau, mas também da capacidade da indústria de controlar suas variações naturais.

De acordo com Renan Coelho, diretor comercial da Katrium Indústrias Químicas, o cacau é uma matéria-prima agrícola altamente variável.

“O cacau muda conforme região, clima, solo e safra. O consumidor espera o mesmo sabor e textura em qualquer marca. A tecnologia permite transformar essa variabilidade em um produto padronizado”, explica.

Alcalinização do cacau melhora sabor, cor e solubilidade

Estudos publicados na revista científica Food Science and Technology International indicam que o processo de alcalinização altera propriedades como pH, cor e características sensoriais do cacau, influenciando diretamente sua aplicação industrial.

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Na prática, esse processo permite:

  • Redução da acidez natural
  • Suavização de notas amargas
  • Intensificação da coloração marrom
  • Melhora na solubilidade em bebidas e misturas industriais

Um dos insumos utilizados é o carbonato de potássio, agente alcalinizante que auxilia no controle de pH durante o processamento.

Controle tecnológico se estende a diferentes produtos alimentícios

Segundo Coelho, a padronização do cacau não se limita ao chocolate em barra. O controle de pH e textura também é essencial em produtos como:

  • Achocolatados em pó
  • Sorvetes
  • Biscoitos
  • Coberturas e recheios
  • Sobremesas lácteas

Essas aplicações exigem estabilidade de cor, sabor e dissolução em produção em larga escala.

Química aplicada sustenta estabilidade da indústria de alimentos

Mesmo com a recuperação da oferta global de cacau, especialistas avaliam que a química aplicada segue essencial para a indústria.

“A função da química não é substituir a qualidade da matéria-prima, mas garantir estabilidade, previsibilidade e desempenho industrial”, afirma o executivo.

Segundo ele, grande parte da inovação do setor ocorre nos bastidores da produção, garantindo que o consumidor final receba um produto consistente, independentemente das oscilações do mercado agrícola global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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