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Nova fase da TSV Sementes une tecnologia, portfólio ampliado e foco no produtor

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3ª Convenção marca reposicionamento da TSV Sementes

A TSV Sementes anunciou uma nova fase de sua trajetória durante a 3ª Convenção da marca, realizada em 1º de julho na Estação Experimental da Agristar, em Santo Antônio de Posse (SP). O evento reuniu técnicos e parceiros comerciais de diversas regiões do Brasil, com foco em treinamentos, troca de experiências e apresentação de novos materiais em campo.

Nova identidade e junção com Superseed

Um dos destaques foi o reposicionamento da marca, que agora passa a incorporar a linha Superseed. A mudança, segundo o gerente comercial da TSV, Douglas Machado, fortalece a presença da empresa “desde o campo até a prateleira”. Ele ressaltou que a convenção abordou questões técnicas de adubação e manejo, destacando as tecnologias aplicadas nos produtos e os lançamentos mais recentes voltados a diferentes perfis de cultivo.

Tecnologia, Sementes e Vida: os novos pilares da marca

O gerente de Marketing da Agristar, Marcos Vieira, explicou que a decisão de unir as marcas e atualizar a identidade visual veio após pesquisas com revendedores e produtores. “Agora, o T representa tecnologia, o S sementes e o V vida. Isso nos permite atender tanto o grande produtor de hortaliças quanto o pequeno agricultor de cinturão verde, com um portfólio mais diversificado”, explicou Vieira.

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Capacitação técnica em campo fortalece atendimento ao produtor

Entre os participantes, Matheus Borges, representante da revenda Agro Shop, de Barbacena (MG), destacou a importância do contato direto com os materiais e das informações técnicas obtidas. “Aprendemos detalhes que antes desconhecíamos. Agora temos mais segurança para orientar os produtores. O tomate é um dos pilares da nossa região, por isso levamos conosco cultivares como Malibu F1, Turim F1 e Rosso F1 da TSV”, afirmou.

Encerramento com palestra técnica sobre sementes

O evento foi finalizado com a palestra “Qualidade e Tecnologia de Sementes”, ministrada por Carlos Formoso, gerente de Qualidade e Tecnologia da Agristar, reforçando o compromisso da empresa com inovação e capacitação contínua no setor de sementes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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