Ministério Público MT

Réu é condenado a 21 anos de reclusão por homicídio de empresária

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O réu Luis Marques Ferreira Alves foi condenado pelo Tribunal do Júri da comarca de Peixoto de Azevedo (a 691 km de Cuiabá) a 21 anos de reclusão, em regime fechado, pelo homicídio qualificado da empresária e amiga Silvia Leticia Reis. Ao acolher a tese apresentada pelo Ministério Público de Mato Grosso, o Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado por motivo torpe e com o uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Luis Alves não poderá recorrer da sentença em liberdade.Segundo denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a vítima foi assassinada em abril de 2009, no bairro Alvorada, com diversos disparos de arma de fogo, a maioria efetuada pelas costas, em frente à própria residência. Na época, ela deixou dois filhos menores de idade, que ficaram órfãos. O crime teria sido executado por Luis Marques Ferreira Alves, a mando do marido da vítima, Willian Cézar Gomes Pereira. O executor era amigo íntimo do casal.“Verifica-se que o móvel do crime foi torpe, uma vez que os denunciados agiram motivados pelo fato de saber que a vítima tinha feito, em fevereiro de 2009, um seguro de vida, do qual era beneficiário do réu Willian, visando a receber o valor de R$ 183.000,00 para saldar dívidas. Utilizaram-se de recurso que tornou impossível a defesa da vítima, uma vez que esta foi colhida de surpresa quando estava chegando em sua residência, sendo atingida sem poder esboçar qualquer reação, já que conhecia os denunciados, não podendo esperar a agressão destes”, constou na denúncia.Willian Cézar Gomes Pereira foi julgado pelo Tribunal do Júri em abril deste ano e condenado a 27 anos de reclusão. Atou nos dois júris a promotora de Justiça Andreia Monte Alegre Bezerra de Menezes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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