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Avicultura em foco: Florianópolis recebe 15º Simpósio Técnico da ACAV com debates sobre inovação, gestão e saúde animal

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Florianópolis será palco de um dos principais encontros da avicultura brasileira

Entre os dias 5 e 7 de agosto de 2025, o CentroSul, em Florianópolis (SC), sediará o 15º Simpósio Técnico da ACAV – Incubação, Matrizes de Corte e Nutrição, promovido pela Associação Catarinense de Avicultura (ACAV). O evento presencial reunirá profissionais, pesquisadores, empresários, técnicos e estudantes da cadeia avícola em três dias de intensa troca de conhecimento, capacitação técnica e discussões sobre as principais tendências do setor.

Abertura com referência nacional do agronegócio

A palestra de abertura será realizada no dia 5 de agosto, às 19h30, e contará com a presença de José Luiz Tejon Megido, uma das vozes mais respeitadas do agronegócio nacional. Com vasta formação acadêmica, incluindo passagens por Harvard, MIT e INSEAD, Tejon é autor de 37 livros e reconhecido como uma das personalidades mais influentes do setor no Brasil. A noite também terá uma solenidade oficial de abertura e um coquetel de confraternização oferecido pela COBB, patrocinadora do simpósio.

Três eixos temáticos norteiam a programação técnica

A estrutura do simpósio foi cuidadosamente organizada para abranger os desafios mais relevantes da produção avícola moderna. A programação será dividida em três grandes blocos temáticos:

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1. Incubação e saúde intestinal – 5 de agosto

O primeiro dia terá início com um pré-simpósio promovido pela MSD. Em seguida, a temática será voltada à saúde intestinal e prevenção de riscos invisíveis. Destaque para a palestra de Arnau Vidal, do Innovad Group, que abordará o biomonitoramento como ferramenta de combate às micotoxinas e promoção da saúde das aves.

2. Sanidade e biosseguridade – 6 de agosto

O segundo dia será inteiramente dedicado à sanidade avícola, com palestras sobre:

  • Doenças virais emergentes;
  • Atualizações sobre a influenza aviária no cenário global;
  • Panorama da biosseguridade na avicultura brasileira;
  • Fatores que afetam a mortalidade embrionária em ovos férteis;
  • Novos conceitos de iluminação para reprodutoras e seu impacto na performance reprodutiva.
3. Manejo e gestão de pessoas – 7 de agosto

No último dia, o foco será o fator humano e o ambiente de produção. A programação incluirá:

  • Palestras sobre os desafios da liderança técnica;
  • Discussões sobre evolução da ambiência e equipamentos para matrizes;
  • Mesa-redonda técnica com especialistas para debater os principais aprendizados do evento.
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O encerramento será marcado pelo tradicional Jantar do Galo, que nesta edição celebrará os 30 anos de história do Simpósio da ACAV.

Santa Catarina como referência na avicultura nacional e internacional

Para o coordenador geral do evento, Bento Zanoni, o simpósio vai além do conteúdo técnico. “Reunimos as mentes mais atuantes da avicultura para discutir práticas e decisões com base científica e visão de futuro. Santa Catarina reafirma seu papel de liderança como polo de excelência na produção avícola”, afirma.

Inscrições com valores promocionais até o fim de julho

Interessados já podem se inscrever pelo site www.simposioacav.com.br. Até 30 de julho, os valores promocionais são:

  • R$ 800,00 para profissionais
  • R$ 400,00 para estudantes

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected], pelo telefone (48) 99673-6155 ou pelo perfil no Instagram @acavsc.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

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O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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