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MP debate melhorias para Centro de Atendimento Socioeducativo

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de Sinop (a 480 quilômetros de Cuiabá), promoveu nesta quarta-feira (09) uma reunião interinstitucional com o objetivo de debater e propor melhorias no atendimento prestado pelo Centro de Internação de Adolescentes (CASE) do município.O encontro foi conduzido pelo promotor de Justiça Nilton César Padovan, titular da Promotoria e coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude do MPMT, e contou com a participação da juíza da Vara da Infância e Juventude, Melissa de Lima Araújo; da defensora pública Luciana Barbosa; de representantes de diversos setores do CASE; além de dois adolescentes internados na unidade, eleitos como representantes do grupo.De acordo com o Ministério Público, durante a reunião os participantes discutiram os desafios enfrentados na rotina da instituição, além de apresentarem propostas de melhorias para a resolução de conflitos. “Ouvir diferentes perspectivas nos permite avançar na construção de soluções efetivas e pacíficas para os desafios enfrentados no Centro de Internação. Esse diálogo é fundamental tanto para a garantia dos direitos dos adolescentes quanto para o fortalecimento das equipes que atuam diretamente no atendimento”, ressaltou o promotor Nilton Padovan.Inaugurado em outubro de 2024, o CASE de Sinop é uma unidade voltada à execução de medidas socioeducativas de internação. Localizado na estrada Ângela, o centro tem capacidade para até 60 adolescentes em conflito com a lei na região norte.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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