Várzea Grande

Concidade aprova regimento interno e publica objetivos da VII Conferência Municipal

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O evento será realizado, amanhã (10), a partir das 07h30, no auditório 5 do bloco D do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag)

A Prefeitura de Várzea Grande, por meio do Conselho Municipal da Cidade (Concidade-VG), publicou, nesta quarta-feira (9), o regimento interno da 7° Conferência Municipal da Cidade. O evento será realizado, amanhã (10), a partir das 07h30, no auditório 5 do bloco D do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag). O tema central é “Construindo a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano: Caminhos para cidades inclusivas, democráticas, sustentáveis e com justiça social”.

Conforme a publicação no Jornal Oficial dos Municípios da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), são objetivos da conferência: Sensibilizar e mobilizar a sociedade para o estabelecimento de agendas, metas e planos de ação para enfrentar os problemas existentes na cidade; propiciar a participação popular de diversos segmentos da sociedade, considerando as diferenças de sexo, idade, raça, etnia e pessoa com deficiência, para a formulação de proposições e realização de avaliações sobre a função social da cidade e da propriedade e promover a interlocução entre autoridades e gestores públicos com os diversos segmentos da sociedade sobre assuntos relacionados às políticas locais de desenvolvimento urbano.

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“É fundamental discutirmos o desenvolvimento do nosso Município com os próprios várzea-grandenses. Nossa gestão é democrática, respeita a opinião pública e queremos construir uma cidade conforme o desejo da população”, conta a prefeita Flávia Moretti (PL).

A Conferência contará com palestras e cinco eixos temáticos para debates, conforme a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (PNDU): regularização Fundiária e habitação; infraestrutura e saneamento básico; mobilidade urbana, acessibilidade e transporte; sustentabilidade ambiental e segurança pública; gestão democrática e transformação digital.

A secretária municipal de Planejamento e presidente do Conselho Municipal da Cidade (Concidade), Drielli Martinez, afirma que é fundamental ouvir os moradores para desenvolver políticas públicas que atendam as reais necessidades do Município. “A participação popular é um pilar fundamental para a Conferência. Vamos debater o desenvolvimento de Várzea Grande como um todo. Vamos discutir a cidade que todos os várzea-grandenses querem ver nos próximos anos. Nossa missão é planejar e construir junto com a nossa prefeita Flávia Moretti e o vice-prefeito Tião da Zaeli uma cidade mais moderna, mais tecnológica e mais desenvolvida”.

A Conferência está dividida da seguinte forma: credenciamento dos participantes e dos candidatos a delegado; cerimônia de abertura; painéis temáticos com palestras e discussões; intervalo de almoço; realização dos grupos temáticos; apresentação e votação nos grupos temáticos das propostas elaboradas; votação e homologação em auditório da delegação para etapa estadual.

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Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Hepatites virais: diagnóstico precoce é essencial para combater doenças que podem permanecer silenciosas

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Muitas vezes, as hepatites virais chegam sem avisar. A pessoa pode estar infectada e passar anos sem apresentar qualquer sintoma, enquanto o vírus provoca alterações no fígado. Foi justamente para levar informação e estimular o cuidado com a saúde que a equipe da Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande realizou uma palestra para os hóspedes da Casa de Acolhimento Rogina de Arruda, localizada no bairro Novo Várzea Grande.

O encontro abordou as hepatites virais, com destaque para os tipos B, C e Delta, além de informações sobre sífilis e HIV. A atividade foi realizada a convite da própria instituição, que atende pessoas vindas de outras regiões para consultas e tratamentos de saúde, além de pessoas em situação de rua e em outras condições de vulnerabilidade.

Durante a palestra, o médico da Atenção Básica, Dr. Natanael, explicou como ocorre a transmissão, quais são os principais sinais e sintomas e como é feito o diagnóstico. A equipe também reforçou a importância da prevenção e da realização de testes.

Além do médico Natanael, participaram da atividade a enfermeira Jhaniele, a técnica de enfermagem Raquel, Laura, da Vigilância em Saúde do Trabalhador, a gerente da Vigilância Epidemiológica, Silvana, a enfermeira Maria José e a servidora Rosemeire Fernandes, agente de combate às endemias.

Uma doença que pode passar despercebida

As hepatites virais são infecções que atingem o fígado. Quando apresentam sintomas, eles podem incluir cansaço, febre, mal-estar, náuseas, vômitos, dor abdominal, urina escura, fezes claras e pele e olhos amarelados. Entretanto, principalmente nos casos de hepatites B e C, a ausência de sintomas é comum, o que pode atrasar a descoberta da doença.

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A história do engenheiro florestal André Coutinho mostra como a hepatite C pode ser silenciosa. Diagnosticado com a doença, ele passou por um período de luta até conseguir enfrentar o problema e seguir com o tratamento. André conta que, até hoje, não sabe exatamente onde ocorreu o contágio.

“Comecei a ficar ruim, com todos os sintomas, procurei o pronto atendimento e, nos exames, fui diagnosticado com a hepatite. Fiz o tratamento certinho para não ter complicações severas”, comentou André.

A experiência também reforça uma das principais orientações dos profissionais de saúde: não é preciso esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento. No caso da hepatite C, aproximadamente 80% das pessoas não apresentam sintomas, e o diagnóstico frequentemente acontece durante exames de rotina ou por meio de testagem.

Diagnóstico

O diagnóstico das hepatites B e C pode começar por meio de testes rápidos disponíveis na rede pública de saúde. No caso da hepatite C, quando o teste aponta contato com o vírus, exames complementares são realizados para confirmar se existe infecção ativa.

A hepatite B pode ser prevenida com vacina, disponível gratuitamente nas unidades de saúde. Já a hepatite C não possui vacina, mas atualmente existe tratamento capaz de curar a infecção.

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A programação também abriu espaço para discutir outras infecções, como sífilis e HIV, ampliando a conversa sobre prevenção, diagnóstico e acesso aos serviços de saúde.

“Sempre somos chamadas pela direção de entidades para ministrarmos palestras orientativas e também para realizarmos exames. Essa participação é ótima para nós, da saúde, para estarmos próximos da população, levar conhecimento e exames. Esse é o nosso papel”, ressaltou a agente de combate às endemias Rosemeire Fernandes.

E o trabalho de orientação não termina na palestra. Como parte da programação voltada à saúde dos homens, a equipe já deixou agendada para novembro uma nova atividade na instituição, desta vez com orientações sobre câncer de próstata e cuidados com a saúde do homem.

Mais do que transmitir informações, ações como essa ajudam a aproximar o serviço de saúde de pessoas que, muitas vezes, enfrentam barreiras para acessar atendimento. Afinal, quando uma doença pode permanecer silenciosa por anos, informação, prevenção e diagnóstico são ferramentas fundamentais para evitar que o problema só seja descoberto quando as complicações já apareceram.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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