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Prefeitura de Cuiabá oferece escolinha de esportes durante recesso escolar

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Durante o recesso escolar, que acontece de 7 a 21 de julho, a Prefeitura de Cuiabá promove atividades esportivas gratuitas em diversas unidades da rede pública de ensino. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, e tem como objetivo oferecer uma opção saudável e educativa de lazer para os estudantes durante as férias.

As atividades da escolinha de esportes serão realizadas às terças e quintas-feiras, das 18h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h. Estão aptos a participar alunos devidamente matriculados nas Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs) e nos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs).

Serão oferecidas modalidades como vôlei, basquete, futsal e handebol. Além disso, em algumas unidades escolares, haverá atividades voltadas para a terceira idade, promovendo inclusão e qualidade de vida para esse público.

A iniciativa está inserida dentro do calendário escolar da Secretaria Municipal de Educação, previsto em decreto publicado no início do ano, e marca o encerramento do primeiro semestre letivo nas escolas da capital.

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Confira abaixo as unidades participantes:

– EMEB Professora Maria Dimpina Lobo Duarte

– EMEB Madre Marta Cerutti

– EMEB Professor Firmo José Rodrigues

– EMEB Professor Zeferino Leite de Oliveira

– EMEB Doutor Orlando Nigro

– EMEB Professor Francisval de Brito

– EMEB Agostinho Simplício de Figueiredo

– EMEB Professora Tereza Lobo

– EMEB Professor Ranulpho Paes de Barros

– EMEB Tereza Benguela

– EMEB Senador Gastão de Matos Muller

– EMEB Jean Carlos Pinho Santos

– EMEB Silva Freire

– EMEB Antônia Tita Maciel de Campos

– EMEB Professor Lenine de Campos Póvoas

– EMEB Deputado Ulisses Silveira Guimarães

– EMEB Professora Gracildes Melo Dantas

– EMEB Professora Maria Ambrósio Pommont

– EMEB Tenente Octacílio Sebastião da Cruz

– EMEB Coronel Octayde Jorge da Silva

A Prefeitura reforça que as atividades foram planejadas com foco no bem-estar dos estudantes e na promoção do esporte como ferramenta de desenvolvimento físico e social.

#PraCegoVer
A imagem mostra a quadra poliesportiva no bairro Jardim Passaredo, onde alunos participam de uma competição de futsal.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estudo aponta variação de até 77% nos preços dos biodefensivos e alerta para perdas por subdosagem no campo

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A crescente adoção de biodefensivos na agricultura brasileira tem ampliado as alternativas de manejo para os produtores, mas também traz novos desafios relacionados à tomada de decisão e à rentabilidade das operações. Um estudo inédito realizado pelo Aegro Insights revelou diferenças de até 77% nos preços de biodefensivos comercializados no país, além de identificar elevados índices de subdosagem nas aplicações, fator que pode comprometer a eficiência do controle de pragas e doenças.

O levantamento analisou os 20 biodefensivos mais utilizados nas fazendas brasileiras durante a safra 2025/26 e constatou que produtos formulados com o mesmo agente biológico podem apresentar diferenças significativas de preço, dependendo da marca, do canal de comercialização e da estratégia de posicionamento adotada pelos fabricantes.

Canal de compra influencia diretamente o custo dos biodefensivos

De acordo com a pesquisa, a escolha do local de compra exerce forte impacto sobre o custo final dos insumos biológicos. A comparação entre aquisições realizadas diretamente com fabricantes, cooperativas e revendas mostrou variações que chegaram a 77% para um mesmo produto.

Em negociações de maior volume, a compra direta junto ao fabricante pode reduzir o valor por litro em até 60%, representando uma oportunidade importante para otimização dos custos de produção.

O estudo também identificou diferenças relevantes em produtos formulados com o agente biológico Bacillus velezensis. Nesse grupo, os custos variaram entre R$ 31 e R$ 50 por hectare, evidenciando a necessidade de avaliação criteriosa das características técnicas de cada solução antes da aquisição.

Segundo os especialistas da Aegro, é fundamental que o produtor compreenda as particularidades das cepas utilizadas, a concentração dos microrganismos e os resultados agronômicos comprovados para determinar se o investimento adicional realmente gera retorno econômico.

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Subdosagem compromete eficiência e aumenta riscos no manejo

Outro ponto de atenção identificado pelo levantamento foi a elevada incidência de aplicações abaixo da dose recomendada pelos fabricantes.

Entre os casos analisados, 90% das aplicações do produto Trichodermil Super SC ocorreram em níveis inferiores à dose mínima indicada em bula. Enquanto a recomendação técnica varia entre 0,8 e 1,0 litro por hectare, a dose mediana observada nas propriedades avaliadas foi de apenas 0,10 litro por hectare.

De acordo com Mauricio Schneider, CEO da Aegro, a prática pode reduzir significativamente o desempenho esperado dos biodefensivos.

“A aplicação abaixo da dose recomendada compromete o nível de controle que o produto foi desenvolvido para oferecer, reduzindo sua eficiência e prejudicando os resultados esperados no campo”, destaca o executivo.

Mercado de biológicos vive fase de amadurecimento

O estudo aponta que o mercado brasileiro de produtos biológicos passa por um processo acelerado de expansão e profissionalização.

Nos últimos anos, o setor registrou aumento da capacidade produtiva, ampliação do portfólio disponível, ganhos de escala industrial e maior competitividade entre fabricantes. Esse movimento tem contribuído para a redução dos custos por hectare e para o desenvolvimento de novas tecnologias voltadas ao manejo sustentável.

Por outro lado, a ampliação da oferta também torna o processo de escolha mais complexo para os produtores, exigindo análises mais detalhadas sobre desempenho, custo-benefício e adequação operacional.

Segundo Schneider, a utilização de dados técnicos confiáveis é essencial para garantir que os investimentos em biológicos gerem valor efetivo dentro da propriedade.

Cepas públicas e proprietárias exigem análise técnica

Os biodefensivos são desenvolvidos a partir de agentes biológicos específicos, conhecidos como cepas.

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As chamadas cepas públicas podem ser utilizadas por diferentes fabricantes e possuem ampla base científica, geralmente oferecendo custos mais competitivos. Já as cepas proprietárias são exclusivas de determinadas empresas e podem apresentar diferenciais tecnológicos que justifiquem preços mais elevados.

No entanto, especialistas alertam que essas vantagens devem estar respaldadas por evidências agronômicas consistentes, obtidas por meio de pesquisas independentes ou publicações técnicas reconhecidas.

Antes da compra, os produtores devem avaliar fatores como identificação do agente biológico, concentração do produto, dose recomendada, compatibilidade com misturas, facilidade operacional e janela de aplicação.

Também é importante comparar os custos por hectare dos biológicos com alternativas químicas disponíveis, considerando não apenas o investimento direto, mas também benefícios relacionados à sustentabilidade, redução de resíduos e manejo da resistência de pragas e doenças.

Dados reais ajudam a orientar decisões no campo

O levantamento foi desenvolvido a partir da análise estatística de notas fiscais reais de produtores rurais, com informações anonimizadas e consolidadas pela plataforma Aegro.

Segundo a empresa, novos estudos deverão ser divulgados nos próximos meses, ampliando o uso de inteligência de dados para apoiar a gestão das propriedades rurais.

A iniciativa integra as atividades do Aegro Insights, divisão de inteligência de mercado criada para transformar informações operacionais de milhares de hectares em conhecimento estratégico voltado à tomada de decisão.

Com base em dados concretos do campo, a ferramenta busca oferecer aos produtores maior previsibilidade na compra de insumos, planejamento das operações e gestão financeira das atividades agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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