Na manhã desta sexta-feira (4.7), policiais militares prenderam um homem com dois mandados de prisão por roubo, um expedido pela Justiça de São Paulo e outro pela Justiça de Mato Grosso. Ele foi identificado por uma câmera com tecnologia de reconhecimento facial instalada no Centro de Cuiabá e abordado por uma equipe do 1º Batalhão de Polícia Militar após a informação ser repassada pelos operadores do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp).
Com essa prisão, esta semana, quatro homens foragidos da Justiça, por diversos crimes, foram presos em Cuiabá e Várzea Grande com o auxílio da tecnologia de reconhecimento facial do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).
Também no Centro da capital, na quinta-feira (3), um homem de 45 anos, com mandado de prisão em aberto por homicídio, foi preso no calçadão da Rua Antônio Maria. O reconhecimento facial foi realizado por uma câmera instalada em outra via, e os operadores do Ciosp acionaram uma equipe da PM, que localizou o suspeito, fez a abordagem e o conduziu à delegacia para as providências cabíveis.
No mesmo dia, já em um centro comercial no bairro Jardim Aclimação, um homem de 69 anos, procurado por violência sexual, foi detido por policiais do 3º Batalhão. Ele foi identificado por uma câmera e abordado por uma equipe da PM em um ponto de ônibus na Avenida do CPA.
Em Várzea Grande, na quarta-feira (2), um homem de 38 anos foi preso por policiais militares do 4º Batalhão após ser identificado como foragido da Justiça com mandado de prisão expedido pela Comarca de Comodoro. O suspeito tem condenações por tráfico de drogas e lesão corporal grave, com pena restante de seis anos em regime fechado. Ele foi flagrado ao passar em uma câmera instalada em uma avenida no Centro da cidade e acompanhado até entrar em uma casa de carne, onde acabou abordado e conduzido para delegacia.
Reconhecimento facial
Com o auxílio de câmeras com tecnologia de reconhecimento facial do programa Vigia Mais MT, mais de 55 foragidos da Justiça foram presos pelas forças de segurança entre abril de 2024 até junho deste ano.
As câmeras de reconhecimento facial estão ligadas à Plataforma de Observação Elevada (POE), um centro de monitoramento móvel utilizado para reforçar o esquema de segurança durante eventos com grande concentração de pessoas. Além disso, foram instaladas câmeras em ruas e avenidas, que também estão ajudando na identificação de foragidos da Justiça.
Criado pelo Governo de Mato Grosso há dois anos, o programa Vigia Mais MT já conta com a adesão de 128 municípios e alcança resultados no reforço à segurança pública por meio do videomonitoramento.
A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (28.4), a Operação Escudo Invisível, para apurar denúncias de crimes de posse ilegal de arma de fogo e possível crime ambiental no município de Canarana.
Na operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma propriedade rural, que resultou na apreensão de duas armas de fogo e mais de 130 munições e na prisão em flagrante do investigado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.
As investigações iniciaram no dia 7 de abril, após o recebimento de denúncia pelos policiais da Delegacia de Canarana sobre armas armazenadas em uma propriedade rural localizada a aproximadamente 25 quilômetros da zona urbana do município.
Com base nas informações apuradas, foi representado pelo mandado de busca e apreensão contra o investigado que foi deferido pela Justiça. No local, os policiais confirmaram a veracidade da denúncia, apreendendo uma carabina calibre 38 e uma espingarda calibre 22, além de 130 munições de diferentes calibres.
Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Canarana, onde após ser interrogado, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munições, sendo arbitrada fiança de três salários-mínimos.
O investigado possui antecedente pelo mesmo tipo de crime registrado no ano de 2024, na cidade de Cocalinho.
Durante as investigações, a equipe da Polícia Civil também teve acesso a um vídeo em que o investigado aparece exibindo uma cobra da espécie sucuri pendurada em um equipamento agrícola, com o intuito de demonstrar seu tamanho.
A veracidade das imagens e eventual autoria na morte do animal serão apuradas no decorrer das investigações de inquérito policial para apurar crime ambiental contra a fauna.
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