AGRONEGÓCIO

Com 98% de cobertura, coleta de lixo avança e Prefeitura cria rigor de controle

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Após o prazo de 30 dias estipulado em notificação oficial, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, promoveu um novo encontro com representantes da empresa responsável pela coleta de lixo na capital. Ao lado do secretário da Limpurb (Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos), Felippe Wellaton, o prefeito confirmou que o compromisso firmado com a empresa está sendo cumprido e que a coleta já atinge 98% de cobertura em Cuiabá. A partir de agora, segundo ele, a prefeitura realizará encontros bimestrais para monitorar os avanços e corrigir eventuais falhas.

A reunião foi realizada no gabinete do prefeito na tarde desta quarta-feira (2), com a presença dos proprietários e responsáveis técnicos da Locar. “A fiscalização vai continuar, porque o nosso compromisso é com o povo cuiabano. Mas eu preciso reconhecer que a empresa teve postura e está honrando o pacto que firmamos. Estão corrigindo as falhas e alcançando a regularização”, declarou Abilio.

O secretário da Limpurb reforçou que a regularização da coleta está sendo acompanhada tecnicamente e que a prefeitura também vem cumprindo sua parte. “Estamos com os pagamentos rigorosamente em dia, o que é fundamental para que o serviço continue avançando. E, além disso, já temos projetos prontos para aperfeiçoar ainda mais a coleta de lixo para os cuiabanos”, destacou Wellaton.

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Durante a reunião, foram apresentados novos dados da cobertura georreferenciada da coleta, que apontam evolução significativa desde a notificação oficial feita em junho. A expectativa da gestão é que, com o cronograma de reuniões fixas, a cidade mantenha a coleta eficiente e avance com novos investimentos na área de zeladoria urbana.

#PraCegoVer

Imagem da sala do prefeito em reunião com secretários e representantes da empresa responsável pela coleta de lixo de Cuiabá

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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